08 de julho de 2026

“Pai e tio”


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Diante de mais um caso absurdo como esse ainda existem pessoas que se colocam contra a pena de morte. Que os ditos defensores dos Direitos Humanos entendam que essa criança também é um ser humano e que por essa razão necessita ter seus direitos defendidos e preservados. Mas, como vivemos num Pais imerso num grande oceano de demagogia, os tais defensores somente estarão em cena caso entrem em ação os holofotes da televisão ou nas situações em que os estupradores venham a sofrer algum tipo de violência que, convenhamos, seria mais do que merecida. (Leia em http://www.gcn.net.br /jornal/index.php?codigo= 113459).
Dársio Cândido
Franca - SP

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Concordo com o leitor Dársio. Deviam mandar construir em todo o Brasil paredões e, num caso como esse, colocar na frente os dois acusados e dois elementos dos Direitos Humanos para cada um, e fuzilar os seis; assim como outros ladrões e assassinos frios sobre os quais temos lido diariamente nas páginas deste jornal. Chega dessa pouca vergonha, dessa impunidade para que nossos governantes possam fazer média e dizer que são contra a pena de morte. Mas como são contra, se eles mesmos estão decretando a morte de tantos inocentes? Daqui a pouco o Rio de Janeiro estará aqui e só nos restará ficar trancados em casa. E rezar.
Antônio Carlos
Franca - SP