Neste final de ano letivo uma das cenas mais comuns nas proximidades das escolas é o vandalismo de alunos que covardemente destróem seus cadernos de atividades fornecidos pelo Estado, jogando-os nas ruas. Críticas à parte, esse material não deixa de ter sua importância e obviamente constitui num bom recurso em sala de aula. Aliás, em que pese a infeliz política direcionada à educação pelo governo do PSDB nesses últimos 16 anos, o aluno de escola pública não pode se queixar dos materiais a ele disponibilizados pelo Estado. São bibliotecas com valiosíssimos acervos, kit literário, atlas geográficos e os melhores livros didáticos, que, indiscutivelmente, os colocam numa situação muito mais vantajosa que os alunos de certas escolas particulares. Mas, como nesse País os jovens encontram-se protegidos por leis e não podem assumir qualquer grau de responsabilidade pelos seus atos, o vandalismo por eles cometido torna-se prática socialmente aceita.
Dársio Batista
Franca - SP
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É só exigir os livros de volta. Quem não entregar tem que pagar de alguma forma. Acho que a melhor maneira é trabalho comunitário. Estudei no Scarabucci e fico triste de ver uma coisa dessas. Os jovens hoje não respeitem mais ninguém...
Taís
Franca - SP
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Na minha época de Scarabucci tinha, sim, vândalos, mas não nessa proporção.
JOÃO
Franca - SP