Nada de luxo e sofisticação, mas tudo de conforto, economia e diversão. Com essa ideia em mente, um grupo de francanos fez as malas e partiu para Buenos Aires, capital da Argentina, onde passou quatro dias, de 9 a 12 de novembro, inesquecíveis. O agente de viagens Lucas Pires da Silva, 29, que viajou com seus amigos Maurícia de Melo, Viviane Braga, Tiago Fidélis e Maxwuel de Souza, contou a experiência positiva na terra dos portenhos.
Como a ordem era economia e praticidade, o grupo escolheu para se hospedar um albergue bem localizado e de fácil acesso, o Hostel Suites - Calle Florida. “Este tipo de hospedagem vale a pena pela questão financeira e pelo fato de se conhecer gente de todo o mundo. Para ir de taxi do aeroporto até o albergue gastamos o equivalente a R$ 15 e o lugar oferece bar, internet gratuita Wi-Fi e sala de cinema”, disse Silva, citando ainda que os quartos são coletivos, acomodando até cinco pessoas em beliches, e que há uma cozinha para que os hóspedes façam suas próprias refeições se quiserem.
Uma vez bem acomodados, a diversão começou. Silva conta que passeios por pontos turísticos como a Casa Rosada; o Porto Madero; os bairros Recoleta, Boca (mais especificamente a Rua Caminito) e San Telmo; o Teatro Colón e o obelisco da Avenida Nove de Julho são praticamente obrigatórios. A Casa Rosada, citada por Silva, é a atual sede do Poder Executivo da Argentina e fica em frente à Plaza de Mayo, onde, antigamente, se encontrava o Forte. “O que mais gostei mesmo foi da integração com a cultura argentina e de conhecer os atrativos turísticos”.
Quando a noite caía, as baladas nos bairros Palermo (reduto dos esportes, natureza, embaixadas, ricos, artistas e políticos), San Telmo e Porto Madero davam o tom da diversão. “A vida noturna em Buenos Aires é muito agitada, existem ótimas opções de baladas para todo tipo de gosto. Em média, em cada balada se gasta R$ 50”.
Para quem pretende ir, é bom saber que os portenhos costumam jantar tarde, depois das 21 horas, e dificilmente saem para a balada antes das 23 horas. É de madrugada que os lugares “bombam”, principalmente nos circuitos frequentados por jovens moradores e turistas.
O custo da viagem, incluindo as passagens aéreas (compradas na CVC Franca), hospedagem, alimentação e gastos adicionais, ficou em R$ 1 mil por pessoa.