11 de julho de 2026

Crise entre pivô e Vivo/Franca se aprofundou durante os Abertos


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Chas sobe as escadas e vai embora do ginásio

Falta de aplicação e atenção nos treinos e jogos, além de deficiência técnica foram fatores fundamentais para a dispensa do pivô norte-americano Chas McFarland, da equipe do Vivo/Franca. O presidente do clube, Luís Carlos Teixeira, afirmou que o jogador ainda estava em testes no clube. “Após um período prévio de teste na equipe e depois de analisar seu desempenho em alguns jogos, nós achamos que o atleta estava longe da expectativa que o clube e o técnico buscavam. Por esse motivo achamos melhor dispensá-lo”, afirmou Teixeira.

O técnico Hélio Rubens reconheceu que vinha tendo dificuldades com o jogador. “Ele não vinha correspondendo, além de ter dificuldades para entender as jogadas, não demonstrava interesse em aprender. Chegava nos treinos e não toma iniciativa de bater bola ou até mesmo tentar melhorar em alguns aspectos que tinha dificuldades”, disse. O treinador ainda contou que por várias vezes durante sessões de vídeo quando o grupo se reunia para assistir lances de jogos dos adversários foi obrigado chamar atenção de Chas. “Antes da partida contra o São José estávamos na sala assistindo lances de jogos do adversário. O Chas estava lá atrás com a cabeça baixa. Pensei até que estivesse dormindo. Quando fui verificar, estava com um aparelho de jogos e brincava tranquilamente. Esta foi uma vez, mas tivemos outras com a mesma cena”, confirmou Hélio Rubens.

O presidente Luís Carlos Teixeira ao anunciar a dispensa de McFarland, admitiu que a diretoria já procura outro nome para substituir o jogador. “Já temos contatos com alguns agentes de jogadores, pois antes da contração do Farland, já haviam atletas que nos foram oferecidos. Agora vamos retomar os contatos”.