Como acontece todos os anos, comerciantes se espalharam em frente às portarias dos cemitérios da cidade durante todo o Dia de Finados para vender flores e velas. No Santo Agostinho, a maioria dos vasos era de flores artificiais. Quem passou pelo Cemitério da Saudade tinha como opção flores naturais. O comerciante Eduardo Maritan não teve do que reclamar. Ele começou a vender na segunda-feira e, até o fim da manhã de terça-feira, já tinha vendido 150 vasos.
O comerciante Valdir Clemente montou uma pequena banca em frente ao Cemitério da Saudade para comercializar velas. A procura começou antes mesmo de terminar de montar sua barraca e prosseguiu por todo o feriado.