09 de julho de 2026

Prevalece agora a vontade da maioria


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José Serra e Dilma Rousseff durante debate da TV Globo, na sexta: independente do resultado, candidatos precisam se unir pelo País

Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) encerraram a campanha com um debate na TV Globo, sexta-feira, onde foram inquiridos por eleitores indecisos. Hoje, o Brasil volta às urnas para eleger o novo presidente da República, que vai suceder Luiz Inácio Lula da Silva a partir de 1º de janeiro. Diz um provérbio italiano que, “terminado o jogo, o rei e o peão voltam à mesma caixa”! Por analogia, terminada a disputa de hoje, o que se espera dos concorrentes e seus aliados é que procurem dar sequência ao trabalho, conforme o que pregaram durante toda a campanha, deixando no tabuleiro, que é o palanque, suas diferenças e mágoas. Chega a ser uma utopia imaginar que farão isso, mas resta a nós, os eleitores, o povo, exercer o direito de cobrança, lembrando principalmente aos vencedores tudo o que se comprometeram a fazer ou a corrigir. Os eleitos terão a caneta do poder nas mãos, para decidir sobre assuntos que dizem respeito diretamente aos interesses populares. Isso, portanto, não é e nem pode ser encarado como brincadeira. Pensem um pouco mais, ainda no dia de hoje, de como o voto é importante. É talvez a única oportunidade em que a sua vontade tem o mesmo peso de valor que a da pessoa mais importante deste País. Seu voto vale exatamente igual. Democraticamente, a vontade da maioria deve prevalecer e todos se fixarem num mesmo objetivo, de um país mais justo e correto. As diferenças devem ficar nas urnas. E que cada um de nós tenha a consciência tranquila de que, pelo menos, tentou escolher o melhor.