11 de julho de 2026

Vivo/Franca conquista título simbólico na Liga Sul-Americana


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Ricardo Probst pega rebote na frente de Moodie, do Boca

A conquista do primeiro lugar do Grupo A da Liga Sul-Americana foi, em certo ponto, até tranqüila para o Vivo/Franca. No último jogo do quadrangular disputado no Póli, sábado, o Boca Juniors (ARG) deu trabalho mesmo apenas no terceiro quarto. A partida terminou em 88 a 75 (48 a 29). O cestinha da partida foi o ala Cedric Moodie, com 21 pontos. Foi a terceira vitória francana na competição. Antes, o time bateu o Mavort (Equ) e o Biguá (Uru).

Na equipe francana dois jogadores tiveram números expressivos: William Drudi fez double-double: 17 pontos e 10 rebotes. Vitor Benite marcou 19 pontos e foi o cestinha pelo Vivo/Franca.

Ao terminar como líder do grupo, a equipe francana saiu como campeã da chave A, com o Boca em segundo lugar. O Mavort (Equ) foi o quarto. Sábado, o time perdeu para o Biguá (URU) por 107 a 102, após empate em 90 pontos no tempo regulamentar.

Os jogadores francanos receberam medalhas e troféu. Franca e Boca disputarão o hexagonal da Liga, que acontecerá de 24 a 28 de novembro, em local incerto. Os grupos B e C ainda realizarão seus quadrangulares. Flamengo e Brasília são os times brasileiros participantes.

O JOGO
O primeiro quarto teve uma participação apagada do Boca Juniors. O Vivo/Franca acertou sua marcação e anulou as jogadas de dupla dos argentinos. No ataque, William Drudi abusou do acerto nos arremessos e Márcio Dornelles foi bem nas infiltrações. O Vivo/Franca venceu a parcial por 27 a 17.

A mesma agressividade se viu no período seguinte. O técnico Hélio Rubens variou a formação inicial, que teve Helinho, Fernando Penna, Márcio, Drudi e Probst. Rogério, Spillers, Benite e McFarland entraram no jogo. A única tática mantida foi a presença sempre de dois armadores em quadra. Com isso, o Vivo/Franca ganhou agilidade na transição e manteve a folga no placar: 21 a 12.

Foi no terceiro período que o equilíbrio apareceu. O Vivo/Franca diminuiu o ritmo e o Boca cresceu alicerçado nas cestas de Moodie e Martina. No time local, Hélio Rubens voltou os jogadores que atuaram no primeiro quarto. Mesmo assim, ele viu a diferença diminuir drasticamente após a vitória argentina pelo ´acar de 24 a 16.

No quarto final, os rebotes defensivos do Vivo/Franca fizeram a diferença. O time cadenciou o jogo e enfrentou com habilidade a marcação apertada dos argentinos na saída de bola. Isso ajudou o Boca a vencer a parcial por 24 a 22, mas a vitória francana foi coroada com uma enterrada de Márcio. Das arquibancadas, só comemoração e gritos de incentivo. “Dá-lhe Franca, com muito orgulho e muito amor”, entoou a torcida nos últimos 27 segundos de jogo.