Trinta e cinco motoristas foram multados em Franca desde que a Lei das Cadeirinhas foi implantada no País. As autuações foram feitas pelo Pelotão de Trânsito da Polícia Militar durante as fiscalizações nas ruas e avenidas da cidade. Para o comando da PM, o número de infrações registradas até ontem - 49 dias da lei em vigor -, é baixo se comparado com a frota de veículos em circulação no município. A polícia atribui o pequeno índice à conscientização do francano em respeito à lei implantada.
O número se refere a multas aplicadas apenas pelos soldados da Polícia Militar durante as blitze realizadas na cidade. Os 35 infratores, que transportavam crianças de forma irregular, terão que desembolsar R$ 191,54 e tomaram sete pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). “A Polícia Militar tem intensificado as operação com vistas à fiscalização da utilização dos equipamentos de segurança nos veículos, em especial as cadeirinhas. Por isso, implementamos uma série de medidas de fiscalização nas proximidades das escolas onde acreditávamos que estas infrações seriam mais comuns. Durante estas blitze, nós temos verificados que o número de infratores é muito baixo. Se levarmos em consideração que temos uma frota estimada de 190 mil veículos em circulação e apenas 35 motoristas foram multados, podemos considerar o número bastante baixo”, disse o capitão Alexandre Wellington, comandante do Pelotão de Trânsito da Polícia Militar.
A Lei da Cadeirinha passou a vigorar e a ser fiscalizada pela Polícia Militar no último dia 1º de setembro, quando o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) encerrou o prazo de adequação para o motorista instalar o dispositivo obrigatório de segurança. O levantamento feito pela PM durante as blitze de fiscalização do uso da cadeirinha ou assento elevado, aponta para uma maior conscientização do motorista francano em respeito ao uso do equipamento.
O capitão Wellington atribui o resultado positivo à ampla divulgação e orientação da mídia ao condutor que transporta crianças em seu veículo. “A divulgação por parte da imprensa foi fundamental para a orientação. Toda aquela questão de tirar dúvida dos motoristas antes da lei entrar em vigor e depois, num período de orientação da polícia nas operações, foram fundamentais para o bom resultado. O que queremos é que o motorista fique consciente e assim não teremos tragédias no trânsito”, disse o capitão.
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