Nossa! Quase todas as reações foram plausíveis: a do motorista (Geomar), por realmente entender a urgência da situação, mesmo com outras 50 pessoas com outros destinos em seu ônibus, agiu com prudência e responsabilidade; o garoto (Gustavo) que socorreu a mulher no primeiro instante, prestando-lhe primeiros socorros; a reação dos outros passageiros do ônibus, por terem calma e compreensão com a situação; a da repórter deste Comércio (Irinéa) que deu o “furo de reportagem”, acompanhando tudo do começo ao fim. Foi, como disse, “quase” tudo plausível. O que deixou a desejar – e, quase sempre deixa a desejar neste Brasil – é a precariedade da saúde. Deixar um paciente esperando por quase 20 minutos em estado de emergência é o fim do mundo! Será que havia, lá, alguém com urgência de atendimento maior que o que esperava para a mulher? Não! Foi burocracia da Santa Casa. Absurdo. Acho que a instituição e seus médicos precisam ler de novo o Código de Ética Médica! (Leia a matéria que deu origem ao comentário).
Deborah
Franca - SP