10 de julho de 2026

Boatos de venda da universidade haviam surgido no ano passado


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Há um ano, após a chegada da nova reitoria, a Unifran passou pelo mesmo clima de indefinição por parte de seus funcionários e especulações sobre venda. Para racionalizar gastos e aproveitar melhor os docentes, a empresa passou por um processo de reestruturação interno em novembro de 2009. O horário das aulas mudou - dez minutos foram adiantados na entrada e na saída, os funcionários foram remanejados entre os departamentos, a diretoria executiva se juntou ao prédio da reitoria e cursos diferentes com mesma matéria obrigatória passaram ter aulas juntos e, consequentemente, demissões foram feitas.

Cada coordenador de curso elaborou um documento com nomes de professores que eles disseram serem desnecessários para a grade e houve uma redução de gastos. “Foram demitidos por esta razão mais de vinte docentes, entre os 600 que temos. Fora os que passaram em concursos públicos e mudaram de cidade. São números comuns para uma empresa grande”, disse a reitora da Unifran (Universidade de Franca), Rosalinda Pimentel.

A reitora garante que não haverá demissões em massa. “Não há motivos para pânico. Os professores devem sim ter medo de serem demitidos se não cumprirem o seu papel de lecionar com qualidade. Caso contrário, não”, afirmou.