Edvaldo Batista dos Reis, cunhado do comerciante, disse que também iria se jogar no mar para tentar salvar a sobrinha e Adriano. Ele foi impedido pelo filho do dono do restaurante em que estavam. Reis disse que ele e o comerciante saíram correndo quando escutaram a criança de 7 anos pedindo socorro. “Meu sobrinho de sete anos viu tudo e correu gritando socorro. Eu e meu cunhado descemos correndo. Vi que tinha duas pessoas no meio do mar. Daí olhei na beira das pedras e de repente uma onda veio e jogou o corpo da Aline uns cinco metros para o alto. O pai dela viu aquilo e pulou. A onda veio e jogou ele também nas pedras”.
Edvaldo foi salvo pelo filho do dono do restaurante. Segundo ele, chegou a ameaçar se projetar no mar, quando foi agarrado pelo rapaz. “Ele me segurou e gritou se queria morrer também. As ondas naquele lugar são muito fortes. Meu cunhado e minha sobrinha logo desapareceram. Eles foram resgatados uma hora e meia depois pelo Corpo de Bombeiros. Minha irmã e a outra sobrinha foram tiradas do mar por um homem num jet-ski”,disse Edvaldo.