Como há excedente de mão de obra só de iniciantes e pouquíssimos experts (experientes) o mercado acaba achatando os salários, as empresas baixam qualidade técnica para ter custos menores, utilizando trabalhadores desqualificados. (...) A criação de programas de incentivo a estudos e especialização para os iniciantes pode e deve ser uma solução, ainda que seja realidade pouco conhecida. Se não treinam o que precisa, candidatos ficam pelo meio do caminho, sem evoluir. É bem verdade que cada um deve buscar seu próprio espaço e se especializar. Que a reportagem deste Comércio sirva de incentivo para as novas gerações. As oportunidades surgem todos os dias. (Leia a matéria)
Joséliton Vieira de Morais
Franca - SP
*****
Viver momento como esse é bom para todos. A população é beneficiada com mais empregos, os trabalhadores conseguem melhores salários e a Prefeitura arrecada mais. No meu tempo de prefeito era muito diferente. O Brasil não crescia, o setor calçadista não empregava e a Prefeitura dispunha de poucos recursos para fazer frente aos problemas da cidade. Lembro que uma das medidas que tomamos logo que assumi em 1997, foi criar uma frente de trabalho e distribuir cestas de alimentos aos desempregados que chegavam aos milhares, na época. Hoje. graças ao empenho do governo Lula e acertada condução da política econômica o País cresce gerando emprego e renda para todos. Precisamos seguir avançando. Há, ainda, muito a ser feito.
Gilmar Dominici
Ex-Prefeito de Franca - SP
*****
Com o salário pago pelas indústrias francanas é muito mais rentável viver de bico (sic). A população já descobriu isso!
Hernando da Costa
Franca - SP
*****
Acho grande absurdo as empresas fazerem demagogia em relação à mão de obra. A questão é que a maioria dos especializados sabem que as empresas só procuram incessantemente funcionários nos finais de ano. Vencido o contrato de três meses, todos serão dispensados... Quem trabalha já se cansou de ficar em cima do muro. A maioria quer emprego fixo e isso, as indústrias de calçado não dão nos finais de ano. Por tudo é que acho que não é mão de obra especializada que falta. Falta, isto sim, gente disposta a aceitar essa condição imposta e de baixos salários pagos. É o que penso!
Alessandra Fátima
Franca - SP