Estamos a uma semana das eleições, quando iremos escolher, além do presidente da República, senadores, governador e deputados estaduais e federais. A campanha já feita há quatro anos em Franca, em favor dos candidatos locais, surtiu efeito e elegemos um federal e dois estaduais. Agora, o apelo não tem sido feito com a mesma intensidade, justamente quando temos um número bem maior de concorrentes. Aí é que é preciso lembrar ao eleitor francano da necessidade de concentrar os votos nos candidatos daqui. A escolha, certamente que pode correr por conta e julgamento de cada um, mas que o voto fique entre os nossos. Alguns nomes são considerados fracos, mas continuam com o sagrado direito de disputar - e quem sabe até de surpreender - em razão do coeficiente eleitoral. O perigo maior é a migração de votos para candidatos de fora, motivados por apelos unicamente pessoais ou de grupos que, em alguns casos, não terão compromisso com a comunidade. Não podemos nem devemos ficar na dependência de “representantes” de fora, que só se lembram de Franca em épocas de eleição. A cidade só se fará respeitar junto ao governo contando com seus próprios representantes. Pense bem: o voto não deve ser encarado como obrigação mas como direito. Direito de escolher aqueles que vão tomar importantes decisões em nosso nome. Pode-se até protestar, mas de maneira inteligente.