A adaptação do pivô norte-americano Chas McFarland tornou-se assunto ontem no Vivo/Franca Basquete. O jogador sofre com a distância em relação à família e amigos. Além disso, a falta de um medicamento para combater insônia também afetou seu rendimento.
Ontem, o departamento de comunicação da agremiação local admitiu os problemas do atleta, mas pediu respeito e consideração com o atual momento vivido por ele. A mudança cultural, a distância da família e dos amigos, uma certa solidão em função da dificuldade de comunicação e do fato de morar só e a frustração de não participar de alguns jogos em função de uma contusão sofrida (ele teve uma entorse e perdeu algumas partidas do Paulista) foram apontados como motivos para os problemas do jogador.
Ninguém no clube quis tecer comentários. Ao invés disso, um comunicado pouco esclarecedor foi enviado à imprensa. A assessoria nada revelou. Sobre o remédio que o teria feito desmaiar, as informações foram restritas. Chas não se sentiu bem com o medicamento similar (não há venda em território nacional do que ele usava nos EUA e que acabou em Franca) que lhe foi ministrado.
McFarland viajou, mas não enfrentou Sorocaba, anteontem. Também não deve jogar amanhã, no Póli, contra Assis. Mesmo assim está sendo mantido próximo aos outros jogadores para se ambientar com o grupo. Ontem, ele participou dos treinamentos e deve estar amanhã no Póli no jogo pelo Estadual.