As borboletas encantam nosso olhar pelo colorido de suas asas e seus movimentos. Elas voam de uma forma levíssima e pousam nas flores, de onde retiram pólen. Medem em média 6,5 centímetros e gostam de temperaturas mais quentes. Quando faz frio, elas mudam de lugar, vão para regiões onde o clima esteja mais quentinho. Tem uma espécie de borboleta que percorre até 2 mil quilômetros em busca de melhor ambiente para sua sobrevivência. É a borboleta Almirante Vermelho, que aparece no Brasil, na América do Norte, na Europa e na Ásia.
Existem borboletas de várias espécies: a Elefante, a Oriental, a Lua, a Atlas, a Andorinha, a Flambeau, a Apolo, a Coruja...
Todas as espécies usam técnicas de camuflagem para escapar de seus predadores. Quando pousam em campo aberto e em rochas, as borboletas mantêm suas asas fechadas ficando camufladas devido às cores escuras da face inferior das asas. Quando pousam em locais de flores mantém suas asas abertas, confundindo os predadores com o colorido da paisagem.
As borboletas se alimentam de folhinhas, de pequeninos insetos, de frutas bem madurinhas e de pólen. Algumas espécies vivem mais; outras, menos. Existem as que medem menos de 1 cm e as que ultrapasam os 10 cm.
Como todo inseto, a borboleta tem o corpo dividido em três partes: cabeça, tórax e abdômen. Na cabeça tem um par de antenas, um par de olhos compostos ( formados por várias lentes) e a boca, na forma de um canudinho, usado para sugar o néctar das flores. No tórax tem seis patas. No abdômen encontram-se os órgãos reprodutivos. As borboletas apresentam quatro fases distintas de desenvolvimento: ovo, lagarta (fase jovem), crisálida (transformação) e borboleta.
Para ficar linda, a borboleta tem de passar por vários estágios de transformação.