Adriana Moisés Pinto, 31, a Adrianinha, será a representante do basquetebol francano na seleção brasileira feminina durante o Mundial. A armadora passou o último fim de semana em Franca e, nesta terça-feira, viaja para a França, onde a equipe fará amistosos preparativos para o campeonato na República Tcheca (23 de setembro a 3 de outubro).
Na França, a seleção brasileira enfrentará Mali no dia 11, na cidade de Fougeres. Depois, o elenco brasileiro participa de um torneio internacional em Beauvais, de 16 a 18 de setembro, com a participação de Argentina, França e Japão.
Adrianinha está confiante. “Acredito que na primeira fase nosso time tem condições de ficar entre as cinco primeiras seleções. Ficando entre os cinco melhores, temos condições de brigar pelo título”, afirmou a armadora, que joga no Faenza (Itália).
Para Adrianinha, o basquetebol brasileiro vive um bom momento. “Tanto a seleção masculina como a feminina está em uma crescente”, defendeu. Ela disse acreditar que no jogo da seleção masculina, nesta terça-feira, contra a Argentina, pelas oitavas de final do Mundial, vai dar Brasil.
“A seleção masculina vem de uma série de resultados ruins em Mundiais e Olimpíadas. Neste Mundial, os meninos já mostraram que podem ir mais longe e eu acredito que isso vai acontecer, mesmo porque temos um técnico argentino, o que vai ajudar na leitura do jogo do país vizinho”, explicou a francana, que não quis arriscar um palpite sobre o placar.
Adrianinha aprovou a criação da Liga Nacional de Basquete Masculino, há três anos, e a recém-criada Liga Feminina. Segundo ela, está sendo fundamental estas duas organizações para o fortalecimento do basquete no País. “A questão de organização das ligas traz novos patrocinadores e atrai novos times. Como consequência surgem atletas. Isso é fundamental para este bom momento do basquete no Brasil”, opinou.