10 de julho de 2026

Ídolo da geração de ouro do vôlei visita sede do GCN Comunicação


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Negrão autografa camisa dada a fã

O Grupo Corrêa Neves de Comunicação recebeu ontem a visita do jogador de vôlei Marcelo Negrão, integrante da Seleção Brasileira campeã olímpica em 1992. Aos 37 anos, Negrão ainda está em atividade, mas trocou as quadras pelo vôlei de praia. Acompanhado do superintendente regional do Banco do Brasil, Fernando Miron, e do responsável pela Comunicação da instituição, Kenzo Suzuki, Negrão conheceu as instalações do GCN e concedeu entrevista a Valdes Rodrigues, no Programa Show da Manhã, da Rádio Difusora. Medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Barcelona (1992) e campeão da Liga Mundial em 1993 pelo Brasil, Negrão faz parte do projeto Embaixadores do Esporte.


O programa é promovido pelo Banco do Brasil e percorre todo o país para divulgar e incentivar ações de relacionamento com clientes e parceiros da instituição, além de visitas sociais a entidades, escolas e hospitais. “É um trabalho bonito, em que o banco se preocupa com os jogadores que já pararam ou ainda estão em atividade como eu para levá-los até os fãs. Fazemos visitas a entidades carentes, creches, hospitais. Tudo para dar uma alegria a essas pessoas, oferecer algo de positivo ou simplesmente levar um ídolo à presença destas pessoas”, disse sem esquecer de revelar a surpresa causada nas pessoas: “muitas duvidam estarem frente à frente com um atleta de sucesso”.


O calendário do Embaixadores do Esporte prevê a visita de 40 a 50 cidades por ano, conforme a disponibilidade de datas. Além de Marcelo Negrão, fazem parte do projeto Maurício, Carlão e Paulão, ex-companheiros de Negrão na seleção de vôlei; Adriana Behar e Sandra Pires (medalhistas olímpicas no vôlei de praia) e Virna, ex-jogadora da Seleção Brasileira feminina e quatro vezes campeã do Grand Prix. Segundo os organizadores, há datas em que os atletas realizam visitas todos juntos. Neste caso, é organizada uma partida de exibição e após o jogo o público pode se aproximar dos ídolos, pegar autógrafos ou tirar fotos. “Na época da seleção havia um grande esquema de segurança e a tietagem era intensa. Hoje, podemos atender todos”, afirmou Negrão.