Penso que possamos pagar nossa conta de energia elétrica em juízo. Que a CPFL vá cobrá-la no banco que a Justiça escolher. Talvez assim fique mais prático para o consumidor. Acho que é preciso procurar um advogado e perguntar se isso é possível. Se for, mãos à obra! Quem sabe, se os usuários decidirem-se por complicar, pelo menos um pouco o depósito do valor financeiro, a CPFL crie instrumentos para facilitar nossa vida.
Pedro Raphael Sabbado
Franca - SP