S. Mônica
“Mônica” significa “solitária” “monja”
Natural de Tagaste, África, S. Mônica foi a mãe de S. Agostinho, que graças às insistentes orações e ao testemunho de fé da mãe se converteu ao amor de Jesus Cristo. É o exemplo da mãe cristã que não apenas gera filhos para o mundo, mas também, por tantas e tantas vezes, em meio a sofrimentos e lágrimas, os gera de novo para a vida de Deus. Para consolá-la, um dia lhe foi dita a célebre frase: “Não se pode perder um filho de tantas lágrimas!” Rezando e mantendo-se firme na fé, Mônica gerou para a fé não só o rebelde filho, Agostinho, mas ainda o infiel marido, Patrício, que também se converteu e recebeu o batismo um ano antes de morrer.
S. Cesário de Arles
“Cesário” significa “o cabeludo”, aquele que tem “cabelos longos”
Natural de Chalon-sur-Saône, Cesário foi monge no mosteiro de Lérins. Ao saber que queriam fazê-lo bispo, refugiu-se num túmulo. Encontrado, aceitou com relutância a nova missão. Como bispo de Arles em 503, destacou-se pela energia e trabalho incansável em orientar e dirigir o povo em meio a heresias e convulsões bélicas. Depois do cerco de Arles pelos francos e borgonheses, mandou vender os vasos sagrados das igrejas para resgatar prisioneiros. Presidiu a vários concílios: concílio de Arles (524), de Carpentras (527), de Vaison e de Orange (529). Deixou vasta obra literária composta de sermões, homilias, discursos, comentários bíblicos. Foi canonizado por Pio XI em 1930.
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002