O menino Deus rodou o pião, e a Terra girou e girou.
As rotações acordaram o vento, e ele varre brandamente a poeira da minha estrada.
Assim, alegre como brincadeira infantil, é que minha alma se aninha limpa no seio da vida.
Luiz Cruz de Oliveira
Professor, escritor, membro da Academia Francana de Letras