Passado algum tempo, volto ao não comparecimento da Dra. Graciela à Sabatina do GCN Comunicação. Creio, hoje, que ela preferiu não se expor em razão do momento de insegurança que estamos vivendo. Aconteceram casos de incêndio em carros e ônibus; atentado contra comandante da Rota, em São Paulo, com seu carro sendo crivado por balas; houve o assassinato de um delegado que dava entrevista ao vivo, por telefone, a uma rádio da região norte do País. Tudo foi transmitido ao vivo, desde a chegada dos pistoleiros numa moto, a interrupção da entrevista, o “espera ai” dito pelo delegado, os tiros, os gritos da mulher dele. Seria compreensível a falta dela a uma Sabatina neste momento de alerta e de recomendações. Penso que ela dará explicações algum dia.