1 - OCR - (a maleta). O aparelho conta com um software chamado de OCR, Reconhecimento Ótico de Caracteres, ou em inglês Optical Character Recognition, que lê a imagem feita pela câmera do radar e identifica as letras e números da placa instantaneamente. Pela intranet da Polícia Militar, os dados são enviados para um banco de informações em São Paulo, que desvenda toda a ficha do carro, seja de documentos vencidos ou criminal. Em dois segundos, todo o levantamento está de volta na tela do computador. Este equipamento é ligado ao radar através de um cabo conectado a uma bateria, mas a conexão entre eles também pode ser feita por meio de Bluetooth.
2 - Lente fotográfica. Localizada do lado direito do aparelho, a lente fotográfica registra uma imagem de todos os veículos que passam pelo raio do radar, inclusive de motos. As imagens são enviadas ao palm, onde são armazenadas antes de serem retransmitidas para o OCR e, depois, ao banco de dados da Polícia Militar.
3 - Palm. As informações fotográficas ficam armazenadas neste pequeno computador antes de serem enviadas ao OCR, que reenvia-as ao banco de dados estadual. Este equipamento permite que se faça uma consulta a cada dois segundos.
4 - Laser. A até 150 metros de distância, o dedo-duro dispara uma espécie de laser que, ao bater na frente do carro, identifica a velocidade e mede o deslocamento do veículo. Por se tratar de um raio, não há limite de quantos veículos (moto e carro) ele pode captar. Com o radar na transversal, por exemplo, ele consegue identificar placas de quantas faixas existirem. Colocado de frente aos veículos, ao contrário, capta apenas uma placa por vez.
5 - Mira. Acima dos lasers, há ainda uma “mira” utilizada pelo operador ao instalar o radar. É por ela que ele vai escolher a melhor posição para captar as imagens das placas.
6 - Tripé. Funciona apenas como um suporte para elevar o radar na altura desejada pelo operador.