Pode-se considerar o caso típico de “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. O problema está em quem obedece; que, quase sempre, sai no prejuízo. É um absurdo o que acontece na maioria dos bancos. O cliente chega e é barrado na porta, na maioria das vezes por falta de bom senso do funcionário que faz a vigia. Há gerentes que mandam o vigilante não deixar passar ninguém quando a porta giratória apita. O gerente não se importa se, entre os passam pela porta, pode ter um cardíaco usando marcapasso; um acidentado com pino na perna etc. O problema vivido pela aposentada personagem da matéria do Comércio se identifica muito comigo. Já passei por situação igual quando fui ao banco receber seguro desemprego. O vigilante não deixou eu entrar com minha bolsa que continha uma marmita porque o gerente não autorizou. (...) O que um gerente de banco entende de segurança? Vigilantes sim, são preparados, fazem cursos. O correto seria deixar que eles próprios atuem e tomem decisões. Há inúmeros casos que podem ser evitados se imperar o bom senso. (Leia a matéria que deu origem ao comentário, em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=60214)
Leandro César
Restinga - SP