Primeiro, chamar Paulo de deficiente é um engano. Fosse, não teria conseguido fazer um curso e, muito menos, figurar em programas de TV. No entanto, acredito sim, em dificuldades e sofrimento enfrentados por esse rapaz, posto que nossa sociedade formatou um padrão estético e, quem não se enquadra, é ridicularizado. Infelizmente nossa sociedade não respeita as diferenças e isso empobrece as relações humanas. O que inferioriza uma pessoa por ser ela anã? Os programas de TV que atingem incontáveis telespectadores e que usam anões como motivo de chacota precisam entender que estão contribuindo para a ampliação do preconceito. Como o mesmo Paulo diz, trata-se de pessoa como qualquer outra e só precisa de uma chance para provar. (Leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=59999).