09 de julho de 2026

“O povo vai ganhar”


| Tempo de leitura: 1 min

O sistema de transportes brasileiro começou a mudar no inicio do governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961) como implementou seu Plano de Metas para um “crescimento econômico de cinquenta anos em cinco”. Nessa época, o governo incentivou a construção de grandes rodovias mas os recursos vinham de fora do Brasil. Isso deu origem a endividamento, com consequente inflação. O transporte rodoviário responde hoje por 56% de todas as cargas movimentadas no País e isso encarece frete e preço dos produtos. O estado de conservação da maioria das estradas brasileiras não é bom, o que também resulta em mais aumento de preços e perda de vidas. No Brasil de hoje, estável financeiramente, dólar abaixo de R$ 2, inflação sob controle, reservas internacionais crescentes, dever-se-ía realizar melhoria da infraestrutura nacional, integrando-se vias aéreas, ferroviárias e hidroviárias. Pensa-se no trem de alta velocidade, entre Campinas, São Paulo e Rio e isso pode desafogar os aeroportos das três cidades. Este trem também vai gerar concorrência entre empresas de transporte aéreo e forçar redução de preços de pedágios, hoje abusivos. É uma ideia inteligente. Será um grande salto para o País e o início de uma nova era para os meios de transporte. E o povo poderá comemorar porque será desonerado de muitos custos.