08 de julho de 2026

Nossos cinco sentidos


| Tempo de leitura: 2 min

Falamos nas páginas 4 e 5 que o cérebro é um computador muito sofisticado. A todo instante chegam a ele mil informações levadas em grande parte por nossos cinco sentidos. São eles: visão, audição, olfato, paladar e tato. Alguns neurocientistas dizem que temos também um sexto sentido, que nos avisa sobre algum perigo, por exemplo, instantes antes de ele ocorrer. Tem também quem fale em percepção extra: algumas vezes estamos pensando em um amigo de quem não temos notícia há muito tempo, o telefone toca e... é ele! Já aconteceu com você? Pois saiba que há outras linguagens além das palavras. Isto ainda está sendo pesquisado e um dia saberemos mais sobre esta capacidade humana. Vamos agora aos cinco sentidos sobre os quais já acumulamos muitas informações.

 

Visão
Os olhos veem as coisas e contam ao cérebro qual é a aparência delas. Quando olhamos uma maçã, temos a respeito dela múltiplas informações: é vermelha, brilhante, tem um cabinho, parece madura, está sobre a mesa ou dentro de um prato junto a outras frutas.

Paladar
Para sentir o sabor da maçã é preciso mordê-la. Rompendo a casca com nossos dentes, liberamos os sucos que contêm o gosto das coisas. A maçã pode estar docinha ou azeda. São milhões de papilas gustativas que vão receber a informação e mandá-la imediatamente ao cérebro.

Audição
Olhamos a fruta e falamos seu nome. Se for uma criança brasileira dirá  maçã; uma inglesa falará apple; uma francesa, pomme; uma espanhola, manzana. Os sons são ouvidos e le-vados ao cérebro que os decodifica.

Tato
A maçã pode estar também crocante ou murcha, suculenta ou esfarelada. Esta sensação quem nos permite ter é o tato. Este sentido conta ao cérebro qual é a textura das coisas. Todo o nosso corpo tem sensores para o tato, mas é nas nossas mãos que ele se torna mais presente.

Olfato
Se a maçã tiver permanecido algum tempo em ambiente fechado, o cheiro do lugar onde ela está ficará muito bom. É que as moléculas do cheiro se desprendem da fruta e ganham o ar, entrando em nossas narinas. Quanto menor o ambiente, menos chance as moléculas têm de escapar.

Como você pôde perceber, usamos todos os sentidos ao mesmo tempo. No simples ato de comer uma maçã, entram em ação a visão, a audição, o olfato, o paladar e o tato. Todos os nossos sentidos funcionam juntos para nos passar uma mensagem. Se ficamos sem
um deles, os outros têm de trabalhar dobrado para compensar a falha. É o que acontece com os cegos, que desenvolvem o tato de maneira extraordinária.