O Sesc (Serviço Social do Comércio) em Franca deve ser inaugurado até 2016. A previsão foi anunciada ontem durante a cerimônia que marcou a entrega do terreno da Prefeitura para a construção. A obra está orçada R$ 30 milhões.
O documento de doação da área foi assinada por Sidnei e por Ivo Dallaqua, conselheiro do Sesc e vice-presidente da Fecomercio; Joviano Mendes da Silva, procurador geral do município; Michel Saad, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Franca; e Sérgio Batistelli, coordenador de planejamento do Sesc.
O centro de lazer, esporte e cultura será construído na Avenida Doutor Ismael Alonso y Alonso, ao lado do Lanchão, em um terreno de 20,2 mil metros quadrados que vale hoje cerca de R$ 4,5 milhões. A área, de acordo com o prefeito, é a mais cara das dez que foram incorporadas pela Prefeitura até o ano passado e chegou a ser reservada para a construção do novo Fórum do Trabalho.
De acordo com Ivo Dallaqua, a próxima etapa é um concurso para a escolha dos arquitetos, fase que deve demorar cerca de três meses. Segundo o vice-presidente da Fecomercio, a expectativa é de que até o início de 2011 uma planta geral da unidade esteja pronta.
Dallaqua espera que, até 2016, o Sesc já esteja em funcionamento, prazo que o prefeito Sidnei Rocha achou distante, apesar de dentro do acordado - a obra tem três anos para ser iniciada e sete anos para ser concluída. “Franca foi contemplada porque é um pólo desenvolvido. É a cidade que se articulou mais rápido dentre as quatro cidades que fazem parte de nosso plano de expansão no interior paulista - Limeira, Franca, Registro e Marília”, disse Dallaqua.
No encontro, o prefeito disse que nunca se conformou com o fato de Franca não ter um Sesc. “São José do Rio Preto e São Carlos já tinham um Sesc quando eu fazia teatro. Nunca me conformei pelo fato de Franca não ter”, afirmou o prefeito, que relaciona o aumento do nível de qualificação do trabalhador francano com a inclusão cultural dele através de atividades como o teatro. “Se nós queremos profissionais mais gabaritados para continuar no processo produtivo, temos que criar mecanismos para que os profissionais continuem crescendo e evoluindo”, concluiu.