...procuramos saber o que rege a nossa sorte. Nossa vida está nas mãos do acaso, sobre o qual não temos nenhum poder? Ou será que coincidências não existem e tudo o que acontece já estava escrito nas estrelas? “O acaso pode ser assustador por sua falta de sentido”, diz José Renato Salatiel, doutor em filosofia. E todos acabam aderindo a crenças que possam, de alguma maneira, dar sentido à vida. Ou seja: rejeitando o mero acaso. Assim, muitos acabam abraçando a ideia de destino como um porto seguro para a felicidade. Opostamente à aleatoriedade permeando os eventos do nosso cotidiano. Aleatoriedade esta que aumenta o peso da responsabilidade individual sobre nossos atos. Se os astros, os deuses, ou seja lá o que for não nos dão uma “mãozinha”, tudo o que acontece conosco corre por conta de nós mesmos.
Bom dia!