08 de julho de 2026

Cenários em debate


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Digo ao leitor Jorge Luís Martins (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=59000) que quando me referi a candidatos “forasteiros”, não o fiz no sentido pejorativo. Quis me referir apenas a candidaturas de outras cidades, de outras regiões do Estado, e que de certa maneira tentam ganhar o voto dos eleitores francanos. Algumas questões devem sim, ser discutidas em dimensão federal e estadual, como as citadas pelo leitor, e eu ainda acrescentaria algumas outras. Entretanto alguns problemas são internos às cidades e dificilmente poderão ser reconhecidos ou enfrentados por deputados estaduais ou federais de outras paragens, sem conhecimento e proximidade. É exatamente por isso que as cidades devem lutar por ter seus próprios representantes, gente que conheça as principais dificuldades de cada município. Está certo que política não deve ser bairrista mas, ainda assim, precisamos de representantes que tenham contato com nosso município e conhecimento pleno de nossas virtudes e deficiências.
Anderson Alberto da Silva
Franca - SP

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Em resposta ao leitor Márcio H. Ranhel Cândido que envio comentário a este Comércio da Franca sob o título ‘Vamos ficar sem deputados’ (leia  em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php? id=58301) digo que ele, em outras palavras, afirmou que não necessitamos de partidos políticos ou de fidelidade partidária e então, não necessitamos também de democracia. Segundo o senhor, ao chegar o período de eleições, ponto culminante da democracia, eu deveria abandonar minha bandeira e sair em defesa de outra, é isso que estaria certo? Em 27 anos de vida pública nunca fui “vira-casaca”, nunca mudei de partido mesmo quando a lei autorizava. Por outro lado, não deixarei de defender minhas idéias e apresentar minhas propostas porque tem gente que acha que é preciso eleger outro. Ninguém tem bola de cristal e, portanto, todas as afirmações que o senhor fez são mero exercício de adivinhação. Chega a ser ridículo. Nosso País é democrático e democracia é isso: quem decide é o povo. Esperemos, portanto, pela decisão soberana do povo nas eleições deste ano.
Vanderlei Martins Tristão
Vereador - Franca - SP