Um olhar mais detido sobre os 6 anos de convivência com olhares críticos e opinativos de conselheiros voluntários sobre o trabalho jornalístico a que este GCN se dedica, revela mais ações que caíram no gosto de nosso grande universo de consumidores: valorização do espaço da Objetiva - voz e pensamento do GCN sobre os principais temas do cotidiano local, nacional e internacional da página A-3 (como era), para a A-2, de Opinião e Debates, e repaginação da Gazetilha, uma das colunas mais antigas do jornal, que passou a ser assinada pelo diretor-executivo do GCN, Corrêa Neves Júnior; cuidado com estética da última parte do último caderno; novo design de capa (com o advento dos “navegadores”, que conduzem a atenção do leitor às matérias mais importantes de cada edição); incremento da página Se Liga; produção de charges locais; o novos Painel e Insight; fotos mais amplas em capa e no corpo do Comércio; cuidados redobrados com revisões e ortografia, estímulo à produção de cadernos segmentados (Carro, Turismo, Francal e a reformulação total dos cadernos de Classificados); estímulo ao já tradicional posicionamento contundente dos meios de comunicação do GCN quando isso se torna imperativo à vida da cidade e região; fortalecimento da voz de leitores, ouvintes de rádio e internautas no dia a dia dos veículos; acompanhamento à performance de comunicadores de rádio; cuidados indispensáveis para com a memória dos veículos do grupo.
A experiência ultrapassa fronteiras. Estimulados pelo conhecimento das contribuições do Conselho de Leitores do GCN Comunicação, dezenas de grupos jornalísticos continuam buscando detalhes sobre o case e as fórmulas de rigorosa liberalidade com que se ouvem, aqui, críticas e sugestões.
Marcelo Prestes, do primeiro Conselho, disse que “brigou muito pela socialização da informação. E que valeu a oportunidade”. Paulo Gimenes, também o grupo pioneiro, lembra que “até os atritos foram legais”.
Alexandre Leonel, que integrou o primeiro e foi conduzido para o segundo grupo, afirmou que ficou “com alguns pequenos vícios que ainda hoje o acompanham. Ao ler jornais, revistas, blogs, quando dou por mim, pego-me sugerindo, criticando. Mudei minha forma de pensar a imprensa diária”.