Há poucos dias acompanhei uma matéria na revista Veja falando de etiqueta e boas maneiras. Achei interessante destacar alguns exemplos, pois nos lembra — ou nos ensina — que classe é classe em qualquer lugar. Começando por jamais palitar os dentes em público e muito menos colocar a mão em concha para esconder: fica pior ainda! Mastigar com a boca aberta também é imperdoável. Após a refeição nunca se deve empurrar o prato para a frente em sinal de estufamento. Não se estende a mão a quem está fazendo sua refeição num restaurante. Ao chegar num lugar onde estão muitas pessoas, não há necessidade de estender a mão a todos, mas cumprimentar com um aceno geral e simpático. Não se deve encher a taça de vinho de seus convidados até à borda. Ao conversar com alguém, deve-se evitar de colocar a mão na pessoa. Abrace, mas evite dar aquele tapa nas costas. A mulher não precisa levantar-se para cumprimentar ninguém, com exceção de uma altíssima autoridade, uma autoridade religiosa ou uma senhora já bem idosa. E mais uma importante: evite falar mal dos outros. Essa prática não tem nenhum custo-benefício e passa uma péssima impressão. Geralmente não encontramos uma segunda chance de deixar uma primeira boa impressão.