O articulista e tenente Dirceu Cardoso Gonçalves prescinde da interveniência do Estado. É estranho que uma autoridade pública diga que o Estado não necessita interferir e deve se abster de regular as normas públicas de tráfego de veículo. As normas são geralmente feitas levando-se em conta quem dirige. Infelizmente quem sempre possuiu automóveis foi a classe mais rica da sociedade e não se faria leis para dificultar e levar à cadeia a classe mais abastada, daí a dificuldade de se ter crimes de trânsito como dolosos contra a vida. Como a indústria massificou o carro criamos uma dificuldade adicional. Ninguém respeita nada, inclusive as autoridades que vendem habilitação e os despachantes que vieram só para privatizar a atividade pública. (Leia o artigo que deu origem ao comentário em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=56586).