O STJ (Superior Tribunal de Justiça) determinou na semana passada a volta ao trabalho de três dos seis servidores públicos do Ministério do Trabalho que estavam em greve desde o dia 19 de abril. Pela decisão, 50% dos trabalhadores tiveram que voltar para prestar os serviços essenciais, como o pagamento do seguro desemprego. Os funcionários cruzaram os braços para reivindicar um plano de carreira que aumentaria os salários conforme o cargo. Os servidores que aderiram à paralisação em abril fazem parte do setor administrativo.
A volta dos grevistas ajudou a aumentar o número de atendimentos no posto do MT em Franca. Atualmente, 120 pessoas são atendidas por dia, quando o normal seriam 200. “Pretendemos zerar durante esta semana o acúmulo causado pela paralisação”, disse Jamil Leonardi, gerente regional do Ministério do Trabalho. Entre os serviços afetados estavam a emissão de carteira de trabalho, seguro-desemprego, requerimentos, registro de homologação de convenções coletivas e reuniões de negociações salariais.