Pois então. Ouço, sobre mim, de Luciano Bôtto: “garoto”. Ouço de Antônio Carlos, “Boca”, Anastácio: “garoto”. Ouço de Fátima Pires (da ONG “Secos e Não Molhados”): “menino”. Do alto de minhas não poucas primaveras de vida, estou me achando mesmo um jovem da imprensa francana. Fico grato, pois sei que são opiniões sinceríssimas.