Os dois compadres, naquela posição característica (ou seja, agachados e enrolando o cigarrinho de palha, na maior tranqüilidade). De repente, um deles quebra o silêncio e pergunta ao outro:
– Ô,cumpadre... Deixa eu fazê uma prigunta procê: se acontecesse um dia, sei lá, di eu transá com a cumadre, nós vamo ficá inimigo?
– Não, cumpadre... Vamo não.
– Vamo ficá então... sócio?
– Tamém não...
– Vamo ficá o que, então, cumpadre?
– Uai, cumpadre... Aí nóis fica quite, né?