21 de abril de 2026

Morre o ex-professor e diretor de escola, Everton Ferreira


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Morreu no dia 26 de março o conhecido professor Everton Ferreira, após 12 dias de internação na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São Joaquim, de Franca. Enfrentava problemas respiratórios. Debilitado pela idade seu organismo não respondeu ao tratamento. O quadro se complicou quando se registraram complicações cardíacas e renais. A morte se deu em consequência delas.

Everton era personalidade respeitada no contexto da educação francana. Embora francano, formou-se professor pela Escola Normal de Casa Branca (SP) e dedicou toda a sua vida ao ensino primário. Lecionou em Pedregulho, Jales, Nuporanga, Assis e em Franca (SP). Várias gerações de estudantes foram alfabetizadas e tomaram gosto pelo estudo através dos métodos de ensino que adotava e que deixaram saudade em muitos.

Seus esforços pela educação foram reconhecidos em duas oportunidades. Na primeira, quando fizeram-no diretor da Escola “Cel. Francisco Martins”. Atuou na função entre 1957 e 1963. Na sequência, pelo excelente trabalho, foi guindado a Supervisor de Ensino em Franca. Aposentou-se em 1969 mas não deixou de trabalhar. Segundo a família, passou a atuar como corretor de imóveis autônomo para completar renda e garantir formação adequada aos filhos.

Teve 65 anos de casamento com Eva Simões Ferreira; 2 filhos (Eduardo, médico pediatra, casado com Maria de Fátima e Eneida, professora, casada com Antônio Gabriel Lima Pucci), 6 netos (Maria Rita, Ana Luiza – falecida –, Isabela, Luís César, casado com Letícia; Maristela, casada com Breno Maniglia e Antônio Filho, casado com Carolina), além de 4 bisnetos (Helena, Bernardo, Márcia e Laís).

Integrou a Loja Maçônica Independência Terceira e participou efetivamente de causas de filantropia. Adorava esportes. Torcia pelo futebol do São Paulo e da Francana. Acompanhava o basquete local e voleibol pela TV. Era adepto de caminhadas. Podia ser visto até pouco tempo atrás, sempre a pé, percorrendo as ruas do centro e trechos da avenida Ismael Alonso Y Alonso onde residia. Em casa era marido, pai, avô, bisavô e genro amigo com quem sempre se podia contar. Sua viúva, Eva, emocionada, falou ao Comércio sobre o perfil de Everton: “sempre o considerei um prêmio, uma autêntica ‘mega-sena’ em minha vida. Bastava eu pensar e ele se antecipava”. Com bom humor, lembrou-se de outra característica de Everton: “foi um precursor de marido moderno: fazia as compras da casa e não errava quando escolhia verduras ou carnes, e olhe, isso num tempo em que a maioria dos maridos nem pensava em ajudar suas mulheres em tarefas domésticas”.

Falou, também, sobre a solidariedade, virtude que Everton cultivou e passou a tantos quantos com ele conviveram: “quando professor, às suas próprias expensas, ia para São Paulo representar e alcançar soluções para incontáveis professores que não tinham condições e nem pessoas que pudessem auxiliar na resolução de problemas”. O reconhecimento ficou claro em seu velório: mestres que outros tempos, auxiliados por ele, foram levar-lhe uma última saudação. Eva Ferreira também se recordou do carinho que sua mãe dedicava a seu marido: “mamãe, paralítica por muitos anos, foi cuidada por ele com desvelo. Ela o amava e respeitava”.

O corpo foi sepultado no Cemitério da Saudade dia 27 de março, após velório no São Vicente de Paulo.
 

 

 

 

 

CATÓLICA

B. Elisabete Vendramini


“Elisabete” quer dizer “aquela que adora a Deus” que tem a Deus como a “plenitude da vida”

Elisabete Vendramini nasceu em Bassano de Grappa, Itália. De família rica e de bem com a vida, subitamente decidiu deixar de lado o futuro promissor e entrar para o convento. Ingressou na ordem terceira de S. Francisco, mas a vontade de Deus era que ela fundasse uma nova comunidade religiosa: as Terciárias Franciscanas Elisabetinas. Atenta em responder às necessidades de seu tempo, em ler “os sinais dos tempos”, Elisabete Vendramini dedicou toda a sua vida ao serviço de assistência e de evangelização aos pobres (enfermos, idosos, órfãos, desamparados). Foi beatificada por João Paulo II em 1990.

S. Maria Egípcia

“Maria” quer dizer “Senhora”, “Excelsa”

Maria Egípcia nasceu por volta de 343 e viveu no deserto da Jordânia, morrendo em 421, aproximadamente. Certo dia, encontrando-se com S. Zósimo, contou-lhe a vida. Havia nascido no Egito e aos 12 anos, deixara a casa dos pais, indo para Alexandria onde caíra na prostituição e, dali, para Jerusalém. No dia da festa da Exaltação da Santa Cruz, prostrada às portas do Santo Sepulcro, começou a rezar à Mãe de Deus, pedindo que lhe mostrasse o que devia fazer. Ouviu então uma voz dizendo que atravessasse o Jordão, que lá encontraria descanso. Atravessou o Jordão e viveu no deserto por 47 anos, sozinha, sem ver criatura alguma, a não ser ele, Zósimo. No ano seguinte, S. Zósimo voltou, levando-lhe a eucaristia, mas ao retornar na Quaresma encontrou-a morta, como se acabasse de expirar. Ali mesmo sepultou o seu corpo.

Oração
Da Mãe de Deus


Mãe de Deus, vossa é também a obra de nossa felicidade plena, pois entre tantos caminhos incertos indicais a nós a rumo das bem-aventuranças, que nos enriquecem. Não deixeis inacabada o que em nós começastes, pois em vós a vida não é barrada, mas libertada de toda escravidão. Sois a mãe que nos cumulais de favores e de compaixão, pois sabeis que na argila humana estão as sementes da ressurreição. Fazei-nos compreender os desígnios de Deus sobre nós. Guiai-nos pelo caminho da paz. Fazei-nos instrumentos da concórdia. Nossa maior glória seja a da generosidade em servir. Nossa maior recompensa seja a da reconciliação nossa com Deus e com nossos irmãos. Sois Mãe, acolhei-nos em vossos braços e protegei-nos hoje contra todos os perigos.

Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.


ESPÍRITA

ANTE O SUBLIME


‘Não faças tu comum o que Deus purificou’. (ATOS, 10:15)

Existem expressões no Evangelho que, à maneira de flores a se salientarem num ramo divino, devem ser retiradas do conjunto para que nos deslumbremos ate o seu brilho e perfume peculiares. A voz celeste, que se dirige a Simão Pedro, nos Atos, abrange horizontes muito mais vastos que o problema individual do apóstolo. O homem comum está rodeado de glórias na Terra, entretanto, considera-se num campo de vulgaridades, incapaz de valorizar as riquezas que o cercam. Cego diante do espetáculo soberbo da vida que lhe emoldura o desenvolvimento, tripudia sobre as preciosidades do mundo, sem meditar no paciente esforço dos séculos que a Sabedoria Infinita utilizou no aperfeiçoamento e na seleção dos valores que o rodeiam.Quantos milênios terão exigido a formação da rocha? Quantos ingredientes se harmonizam na elaboração de um simples raio de sol? Quantos óbices foram vencidos para que a flor se materializasse? Quanto esforço custou à domesticação das árvores e dos animais? Quantos séculos terão empregado a Paciência do Céu na estruturação complexa da máquina orgânica em que o Espírito encarnado se manifesta?
A razão é luz gradativa, diante do sublime. Não te esqueças, meu irmão, de que o Senhor te situou a experiência terrestre num verdadeiro paraíso, onde a semente minúscula retribui na média do infinito por um e onde águas e flores, solo e atmosfera te convidam a produzir, em favor da multiplicação dos Tesouros Eternos. Cada dia louva o Senhor que te agraciou com as oportunidades valiosas e com os dons divinos... Pensa, estuda, trabalha e serve. Não suponhas comum o que Deus purificou e engrandeceu.

“Mensagem do Livro Fonte Viva
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
pelo espírito de Emmanuel”


ALCOÓLICOS ANÔNIMOS

VIVENDO NOSSAS REPARAÇÕES


“Viver durante anos com um alcoólico pode tornar qualquer esposa ou filho neuróticos. Até certo ponto, a família inteira está doente.”

É muito importante para mim perceber que, como um alcoólico, eu não somente machuquei a mim mesmo, como também todos à minha volta. Fazer reparações à minha família e para as famílias de alcoólicos que ainda sofrem, sempre será importante. Entender a devastação que causei e tentar reparar a destruição será um esforço para toda a vida. O exemplo de minha sobriedade pode dar aos outros esperança e fé para que se ajudem a si mesmos.

Extraído do livro Reflexões Diárias


PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO

A família de
SEBASTINA LUCIA ZARA CARDOSO
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 01/04/2010.#O sepultamento se dará às 08 horas, HOJE, no Cemitério Municipal de Cristais Paulista. O velório acontece no Municipal de Cristais Paulista.