21 de abril de 2026

Notas de Falecimento e Missas


| Tempo de leitura: 8 min

CATÓLICA

São João Clímaco
 
“João” significa “Deus é benigno” e “Clímaco” quer dizer “escada”.
 
O abade S. João Clímaco nasceu na Palestina e viveu na segunda metade do século VII. Sua obra Escada para o paraíso alcançou grande popularidade na Idade Média e valeu-lhe o cognome de “Clímaco” (escada). Sua vida foi escrita pelo monge Daniel, do mosteiro de Raithu. Aos 16 anos, ingressou no mosteiro do Sinai, tendo por mestre um santo ancião chamado Martírio. Após a morte do mestre, retirou-se para uma vida solitária, nas proximidades do mosteiro, participando da vida comunitária apenas aos domingos. Vivia do trabalho das próprias mãos, entregue à contemplação, ao estudo da palavra de Deus e dos padres da Igreja. Tinha como regra de vida não contradizer nem contestar ninguém que o visitasse na solidão. Sua comunhão com Deus atingiu tal ponto que seus olhos semelhavam-se a “fontes a fluir sem parar”, pois “conversava com Deus face a face”. Tinha o dom de curar as desordens espirituais. A quem o procurava em dificuldades, ele pedia que recorresse à oração que sempre era atendida. Durante esse período, escreveu a Escada para o paraíso, em que propõe trinta degraus para alcançar a perfeição cristã. Morrendo o abade do monte Sinai, foi aclamado o novo abade. Tinha cerca de 75 anos de idade, dos quais 40 passara no deserto.
 
Oração
Da vida sóbria
 
Deus, nosso Pai, dai-nos a doçura que triunfa da cólera, e assim sejamos mansos e humildes de coração e a nossa vida mil vezes seja bendita; dai-nos o dom do esquecimento das injúrias, das ofensas e assim vejamos a face dos vossos anjos de luz; dai-nos a coragem de nos afastar da maledicência, da falta de respeito, da malícia e assim sejamos poupados da noite que jamais termina. Livrai-nos da indiferença que destrói o amor e prejudica os relacionamentos, e assim sejamos cordiais no falar, respeitosos no ouvir, lentos em condenar, pressurosos em dignificar. Dai-nos o amor ao silêncio, pois o muito falar leva à vanglória. Fujamos da mentira e das hipocrisias, rejeitemos a indolência e a preguiça, pois essas coisas estão na origem de todos os vícios. Sejamos moderados no comer e sóbrios no beber, pois comer demais é hipocrisia do ventre que diz “vamos saciar” com aquilo que não sacia. Dai-nos a integridade no agir, lucidez no pensar e gratuidade no sentir, pois a vida é o momento tranqüilo e esplendoroso da graça que nos faz ser.
 
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
 
 

ESPÍRITA
 
AUSENTES
 
“Ora, Tomé, um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio.” (João, 30:24).
 
Tomé, descontente, reclamando provas, por não haver testemunho a primeira visita de Jesus, depois da morte, criou um símbolo para todos os aprendizes despreocupados das suas obrigações.
Ocorreu ao discípulo ausente o que acontece a qualquer trabalhador distante do dever que lhe cabe.
A edificação espiritual, com as suas bênçãos de luz, é igualmente um curso educativo.
O aluno matriculado na escola, sem assiduidade às lições, apenas abusa do estabelecimento de ensino que acolheu, porquanto a simples ficha de entrada não soluciona o problema do aproveitamento.
Sem o domínio do alfabeto, não alcançará a silabação. Sem a posse das palavras, jamais chegará à ciência da frase. Prevalece idêntico processo no aprimoramento do espírito.
Longe dos pequeninos deveres para com os irmãos mais próximos, como habilitar-se o homem para a recepção da graça divina?
Se evita o contacto com as obrigações humildes de cada dia, como dilatar os sentimentos para ajustar-se às glórias eternas?
Tomé não estava com amigos quando o Mestre veio. Em seguida, formulou reclamações, criando o tipo do aprendiz suspeitoso e exigente.
Nos trabalhos espirituais de aperfeiçoamento, a questão é análoga. Matricula-se o companheiro na escola de vida superior, entretanto, ao invés de consagrar-se ao serviço das lições de cada dia, revela-se apenas mero candidato a vantagens imediatas. Em geral, nunca se encontra ao lado dos demais servidores, quando Jesus vem; logo após, reclama e desespera.
A lógica, no entanto, jamais abandona o caminho reto. Quem desejar a bênção divina, trabalhe para merecer. O aprendiz ausente da aula não pode reclamar benefícios decorrentes da lição.
 
FONTE VIVA
Pelo espírito Emmanuel
Francisco Cândido Xavier.

 

ALIMENTO DIÁRIO

Acautelar-se Do Fermento
 
A Palavra de Deus é o pão que desceu do céu para nos alimentar e dar vida (Jô 6:33).Ela é o próprio Senhor Jesus como o pão da vida (Jô 6:48) de que necessitamos para crescer na vida divina.Quanto mais comemos da Palavra,do verdadeiro do pão,mais somos nutridos e fortalecidos interiormente no Senhor.Espiritualmente falando,aquilo que não é pão vivo,que não procede da Palavra de Deus,não nos serve como alimento e devemos rejeitar.
Em Mates 16:5-12,após ter sido tentado pelos fariseus e saduceus que lhe pediram um sinal,Jesus advertiu Seus discípulos a se acautelar do fermento deles.Os discípulos,porém,não entenderam e pensaram que Jesus estivesse falando sobre o fato de não terem trazido pão.Só depois de o Senhor explicar é que eles compreenderam que deveriam se acautelar do fermento que os fariseus e saduceus introduziram na Palavra de Deus por meio de seus ensinamentos (v.12).Quando se coloca fermento na massa,ela fica toda levedada (Gl 5:9).
Não apenas os fariseus e saduceus colocaram fermento na farinha,como também em Mateus 13:33 lemos que uma mulher escondeu fermento em três medidas de farinha.Na igreja citada em Apocalipse que corresponde a essa parábola,também temos uma mulher,Jezabel,introduzindo fermento na farinha,pois ela ensinava e seduzia os servos do Senhor a praticar prostituição e a comer coisas sacrificadas a ídolos (Ap 2:20;Mt 13:33).O fermento é utilizado para levedar a massa do pão e assim facilitar sua ingestão.Há grupos que usam a Bíblia juntamente com livros que contêm ‘fermento’,por isso devemos ter cuidado,acautelar-nos deles.No período da igreja em Tiatira,muito fermento entrou na igreja e levedou todo o ensinamento saudável dos apóstolos.
Na época do Senhor Jesus,o ensinamento dos fariseus era o fermento que eles introduziram no meio do povo de Deus.O Senhor mesmo disse que o fermento deles era a hipocrisia (Lc 12:1).Eles tinham bons ensinamentos com respeito á lei,mas eles mesmos não os praticavam (Mt 23:3).Em nossos dias,sabemos que ainda existe muito fermento,existem muitos ensinamentos adicionados e escondidos na ‘farinha’.É muito importante voltarmo-nos sempre á Palavra de Deus,a Bíblia,para ver de fato é assim.Se os ensinamentos de alguém estão contidos na Palavra de Deus,aceitamos.Contudo,se alguém vier com algum ensinamento que não é proveniente dela,não devemos aceitar.
 Devemos dar atenção exclusiva á Palavra de Deus.Quando ministramos alguma palavra nas reuniões da igreja,devemos usar a Bíblia.Precisamos dar as três medidas de farinha,mas sem acréscimo de fermento.Não podemos acrescentar outros ensinamentos á Palavra de Deus.Cada palavra deve vir de Deus,e nosso objetivo deve ser levar as pessoas a contata-lo.
 
Igreja em Franca. R:Carmem Irene Batista

 

NOTA DE FALECIMENTO


A família de