O sucesso da rede social mais acessada em território nacional é evidente em famílias como a de Edilaine Manochio Lucindo, 42 anos. A representante comercial criou seu login há dois anos, com o objetivo de fiscalizar o tipo de conteúdo que os filhos, Rafaela, 11, e Rafael, 18, viam.
Mas o que era para ser mera preocupação materna transformou-se em hábito. Hoje, Edilaine, os filhos e o marido dela, Ocimar Donizete Lucindo, 43, usam o Orkut, em sua versão mais recente, com muita frequência. “Utilizo para conversar com os clientes. A gente costuma vender sapato pelo Orkut”, conta a representante comercial, que diz já ter fechado várias vendas - coisa de 2 a 3 mil pares - com o Rio Grande do Sul. Ela e toda sua família aprovam a plataforma atualizada da rede social porque consideram o espaço mais prático, sobretudo para conferir as últimas atualizações dos amigos.
Para descontrair nas horas vagas, ela também se diverte com as tarefas do Colheita Feliz, joguinho que ela acha uma maneira saudável e divertida de interagir com os filhos e com os amigos deles.
Quanto a Rafaela e Rafael acessarem o Orkut - eles passam em média seis horas por dia na rede -, ela diz que tudo é questão de responsabilidade e não considera a ferramenta prejudicial. “Acho que não atrapalha. Quando minha filha faz lição costuma discutir dúvidas com suas amigas através do Orkut”.