21 de abril de 2026

Notas de Falecimento e Missas


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CATÓLICA

S. RUPERTO
"Ruperto", que é a mesma coisa que "Roberto", significa "brilhante de glória".
 
Ruperto foi fundador, o primeiro bispo e padroeiro de Salzburgo, "cidade do sal", onde ele teria dado início à mineração do sal, que reabilitou a cidade sem ruínas, sendo por isso representado com um saleiro na mão. Antes de partir, sem 700, como missionário, e se estabelecer em Salzburgo, foi bispo de Worms. Foi o evangelizador da Bavieira e de toda a Áustria, fundando igrejas e mosteiros. É tido como o modelo dos monges irlandeses, o fundador do famoso mosteiro de S. Pedro, em Salzburgo, o primeiro a ser regido pela Regra de S. Bento. Morreu no dia 27 de março, na Páscoa de 718. Suas relíquias encontram-se na Catedral de Salzburgo, a qual remonta ao século XVII.
 
B. Francisco Faá de Bruno
'Francisco' quer dizer 'livre, franco'
 
Nascido em Alexandria, último de uma irmandade de 12 irmãos, freqüentou a Academia Militar de Turim e, como capitão do exército piomontês, participou da guerra de 1848. Após especializar-se em Matemática e Astronomia, em Paris, deixou o exército para dedicar ao trabalho com a população feminina pobre, especialmente aquela formada por domésticas vindas das regiões rurais. Nasceu assim o Conservatório de N. S. do Sufrágio ou de S. Zita, dedicado ao amparo, formação moral e espiritual de moças. Fundou também, nessa época, um pensionato para sacerdotes idosos e uma casa de amparo aos idosos onde eram fornecidas refeições a preços módicos. Em 1876, aos 51 anos, decidiu tornar-se sacerdote. Sua obra de caridade prossegue e, em 1881, junto com Joana Gonela, fundou a Congregação das Irmãs Mínimas de N. S. do Sufrágio. Foi beatificado por João Paulo II em 1988.
 
ORAÇÃO
Das sementes do Reino
 
Deus, nosso Pai, à luz da fé e animado pelo desejo de melhorar o mundo em que vivemos, participemos da construção do vosso Reino, porque assim teremos a certeza de que a nossa vida nesta terra não foi em vão. Construir vosso Reino é fazer a nossa parte de bem, de justiça e de fraternidade para que o mundo seja melhor e mais conforme ao vosso plano de amor. Assim, seremos mais felizes e nos sentiremos mais vivos, mais realizados e mais humanos. Senhor, preparai o nosso chão, lavrai a nossa vida com o poderoso fogo de vosso Espírito Santo. Semeai a vossa seara de bem. Libertai, dentro de nós, as sementes do Reino, a pequena e a menor de todas as sementes, mas a árvore que cresce e a todas supera em grandeza e em abundância de frutos (cf. Mt 13,31ss). Assim, o vosso nome será engrandecido e vós sereis louvado como aquele que realiza grandes coisas em nossas vidas.
 
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
 
 

ESPÍRITA 


ATENDAMOS AO BEM
 
"Em verdade vos digo que quantas vezes o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes." - Jesus. (MATHEUS, 25:40)
 
Não só pelas palavras, que podem simbolizar folhas brilhantes sobre um tronco estéril.
Não só pelo ato de crer que, por vezes, não passa de êxtase inoperante.
Não só pelos títulos, que, em muitas ocasiões, constituem possibilidades de acesso aos abusos.
Não só pelas afirmações de fé porque, em muitos casos, as frases sonoras são gritos da alma vazia.
Não nos esqueçamos do "fazer".
A ligação com Cristo, a comunhão com a Divina Luz, não dependem do modo de interpretar as revelações do Céu.
Em todas as circunstâncias do seu apostolado de amor, Jesus procurou buscar a atenção do seu apostolado de amor, Jesus procurou buscar a atenção das criaturas, não para a forma do pensamento religioso, mas para bondade humana.
A boa Nova não prometia a paz da vida superior aos que calejassem os joelhos nas penitências incompreensíveis, aos que especulassem sobre a natureza de Deus, que discutissem as coisas do Céu por antecipação, ou que simplesmente pregassem as verdades eternas, mas exaltou a posição sublime de todos os que disseminassem o amor, em nome do Todo-Poderoso.
Jesus não se comprometeu com os que combatessem, em seu nome, com os que humilhassem os outros, a pretexto de glorificá-lo, ou com os que lhe oferecessem culto espetacular, em templos de ouro e pedra, mas sim afirmou que o menor gesto de bondade, dispensado em seu nome, será sempre considerado, no Alto, como oferenda de amor endereçada a ele próprio.
 
EMMANUEL
Livro Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel.
Psicografia Francisco C. Xavier

 

ALIMENTO DIÁRIO

O tesouro - sardes
 
O quinto mistério é a parábola do tesouro escondido e está relacionado com a igreja em Sardes, que representa a condição da igreja a partir do início do séc. XVI. Sardes significa restauração, mas as restauração não foi completa.
A igreja em Sarde saiu da Igreja Católica Romana, isto é, saiu de Tiatira. Assim como ocorreu na parábola do tesouro também ocorreu com a igreja em Sarde. Aquele tesouro oculto no campo, mesmo depois de ser achado por certo homem, ficou escondido. Embora a igreja em Sardes já tivesse 'encontrado' o reino, eles não o praticaram. Esse tesouro, composto de ouro, prata e pedras preciosas, é o material usado para a edificação da igreja, a qual é o reino dos céus (1CO3:10).
O Senhor disse-lhes: 'Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto'. Eles têm nome de restauração, mas não fizeram a obra da restauração. O tesouro já foi descoberto, pagou-se um alto preço para compra-lo, entretanto ele ainda continua escondido no campo. A igreja em Sardes só tem conhecimento do reino; por meio da Bíblia encontraram um tesouro muito precioso, o reino, mas não edificaram a igreja com ele, antes o deixaram escondido no campo. Somente quando a igreja for edificada teremos a manifestação do reino dos céus.
A pérola Filadélfia
O sexto mistério é a parábola do que negocia e procura boa pérolas e está relacionado com a igreja em Filadélfia (Mt 13:45-46;cf. Ap 3:7-13). Filadélfia significa amor fraternal.
Em Mateus 13:45-46 lemos: 'O reino dos céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas; e, tendo achado uma pérola de grande valor, vende tudo o que possui e a compra'. Cristo e a igreja são tipificados por essa pérola. Cristo é a cabeça, e a igreja, Seu corpo. Quando esse homem descobriu uma pérola de grande valor, que é Cristo, pagou todo preço para obtê-lo.
Por um lado, a pérola se refere a Cristo, pois na nova Jerusalém as doze portas são doze pérolas (Ap 21:21;cf.Jo 10:7). Por outro, Cristo é como uma ostra por meio da qual nos tornamos as muitas pérolas. Assim como a ostra sofre quando um grão de aeia penetra em seu interior, Cristo sofreu, a ponto de dar Sua própria vida quando ainda éramos pecadores. Como a ostra, Ele não nos expulsou, mas dia a dia está nos formando, protegendo e envolvendo-nos. Quanto mais tempo permanecemos em Cristo, mais Cristo teremos, e maior será 'a pérola'. Esse quadro é muito parecido com o auditório da Estância Árvore da vida, em formato de ostra, que representa Cristo. Nos interior dessa 'grande ostra', representamos as pérolas, que permanecem em Cristo e recebem vida pela Palavra para crescer o máximo possível.
Na parábola de Mateus 13, aquele negociante vendeu tudo o que tinha para comprá-la por que se tratava de uma pérola de grande valor. Grande é o mistério da piedade: Deus manifestado na carne. De um lado, essa pérola é Cristo; de outro, somos nós 'envolvidos' por Cristo expressando-o. Assim temos a realidade desse grande mistério-Cristo e a igreja.
 
Igreja em Franca.R. Carmem Irene Batista

 

CONVITE DE MISSA 1º ANO


A família de