Marco Antônio Aga é conhecido da torcida francana por causa de seu estilo irreverente. Após quatro anos no time assisense ele decidiu sair e outro distinto dos torcedores em Franca assumiu o posto: Carlos Alberto Rodrigues, o Carlão. Hoje, às 20 horas, contra o Vivo/Franca, no Ginásio Jairão, ele fará sua estreia no comando da equipe. E logo em seu primeiro jogo, já terá de administrar muitos problemas. Ele não contará com o armador francano Ricardo Gianecchini, o ala Feliz e o pivô Lucas Tischer, todos no departamento médico. Outro desfalque é o ala/pivô Mosso, de Pedregulho, que está fora do time há 60 dias devido a uma contusão também. Para se adaptar ao Assis, Carlão ficou como assistente de Aga nos jogos contra o Paulistano (14ª rodada e derrota por 85 a 83 no Jairão) e Pinheiros (vitória por 94 a 92, também em casa). "Nós temos que trabalhar com os jogadores que temos, pois hoje não temos atletas para reposição", lamentou o treinador. "Vou ter sete jogadores adultos e cinco juvenis para enfrentar o Franca Basquete", completou. O contrato de Carlão com o Assis é de um ano e meio. Como jogador, ele foi um "eterno reserva", conforme estatística do professor Sérgio Aleixo, mordomo do Vivo/Franca. Segundo Aleixo o agora técnico foi o atleta do time francano que mais tempo ficou no banco. Em nova situação, comandou o Dharma Yara na década de 1990; o Minas Tênis, de 1995 a 1998; o Barueri, em 1999; de 2002 a 2004 dirigiu o Mogi das Cruzes e no Paulista 2003/2004 eliminou o Franca Basquete nas semifinais pelo Ribeirão Preto. Carlos Rodrigues teve também experiência no exterior. Comandou um time na Venezuela em 2007 e no mesmo ano, até 2008, trabalhou no México, inclusive com o armador Tony Stockman.