Ganhar fora de casa tem sido mais que importante para as equipes que querem ficar entre os quatro melhores na classificação do NBB 2009/2010. Brasília, Minas Tênis e Flamengo, respectivamente 1º, 2º e 3º, possuem campanhas boas em jogos fora de seus domínios. O Vivo/Franca tenta, a partir de hoje, entrar nesse seleto grupo. O time enfrenta o Assis nesta sexta-feira, às 20 horas, no Ginásio Jairão, e tenta vencer um jogo longe do Póli após quase dois meses. A última vez que isso aconteceu foi em 6 de dezembro, diante do Londrina (94 a 90). De lá para cá o Vivo/Franca perdeu para o Joinville (65 a 63), partida válida pela 8ª rodada, e Pinheiros (98 a 95), pela 12ª rodada. O confronto contra o Assis, que tem a estreia do técnico Carlão hoje, marca o início do returno do NBB 2009/2010. O Vivo/Franca ainda tem mais dois jogos pelo turno, contra o Paulistano (12/2) e o São José dos Campos (9/2). Essas partidas não foram disputadas devido à final do Campeonato Paulista 2009/2010, disputado entre a equipe da capital e a do Vale do Paraíba. Contra os comandados de Carlão, o time de Hélio Rubens Garcia não terá o ala Cauê Verzola, lesionado no ombro, e o pivô David, que se recupera de cirurgia no joelho direito. O armador Helinho levou uma pancada na nuca anteontem, durante treino no Póli, mas já está recuperado. Márcio Dornelles, que tem aproveitamento de 52,92% em pontos, afirmou que conquistar triunfo fora de casa é o objetivo do time para sair do quinto lugar na classificação geral. "Dentro de casa a gente tem feito o trabalho direitinho, agora precisamos retomar o caminho da vitória fora de casa." O armador e capitão Helinho foi além. Para ele, será preciso ganhar do Assis hoje e do Bauru, no domingo, às 11 horas, no Ginásio Luso, para galgar posições na tabela. "É conquistar duas vitórias e talvez vamos ficar entre os três melhores." Já a mudança de treinador no rival é colocada na balança pelo elenco do Vivo/Franca. "A gente sabe que uma troca pode influenciar tanto para melhor, como para pior. Temos de jogar com cuidado porque o técnico (rival) conhece bem a gente. Mas no basquete, a troca de treinador não surte efeito imediato", disse Márcio.