08 de julho de 2026

Muito mojito e sol em Cancún


| Tempo de leitura: 2 min
VIDA BOA - Laila Aoude Maso experimentou o verdadeiro mojito

Mar azul-turquesa e fina areia branca. Cenário de encher os olhos, recheado por palmeiras e belas alamedas. Paragem que esconde uma herança cultural riquíssima do período pré-colombiano, além de rica gastronomia, uma infinidade de esportes aquáticos e vida noturna agitada. Sonhando com tudo isso, a empresária Laila Aoude Maso, 43, passou cerca de dois anos planejando uma viagem para Cancún, na costa do México. O tempo de espera acabou em junho, quando ela e seu marido, Elton Maso, partiram em viagem para a cidade balneária banhada pelo Mar do Caribe, considerada um dos destinos turísticos mais adorados do mundo. Era pra ser apenas uma semana na chamada Riviera Maia, mas o casal gostou tanto do lugar que estendeu o passeio por mais três dias. “Prorrogamos nossa hospedagem e pagamos uma multa de US$ 100 por pessoa pra mudar o dia do voo”, conta Laila, que estima ter gastado cerca de US$ 4 mil no total, incluindo passagens aéreas, alimentação e hospedagem.

Laila afirma que pôde conhecer muita coisa em Cancún, como o Shopping La Isla (www.laislacancun.com.mx), que reúne grifes internacionais a céu aberto. Também esteve em um porto de onde partem dois navios piratas que simulam um confronto, atração sempre presenteada por deliciosos jantares todas as noites. “O meu ponto favorito foi o Parque Xcaret, que tem todas as atrações juntas em um lugar só: golfinhos, cinco restaurantes, atrações culturais, mergulho, praia, aquário, folclore...”, explica. E por falar em praias, isso sim é um espetáculo à parte quando se pisa em Cancún. “As praias são lindas, paradisíacas. A mais bonita é a Ilha de Cozumel, com um passeio de escuna imperdível”, relata nossa entrevistada, citando também Delphinus, Isla Mujeres e Puerto Aventuras, lugares em que se pode mergulhar com golfinhos, acessar o interior de algumas cavernas e, de quebra, visitar ruínas maias. Uma recomendação é sempre ficar de olho nas bandeiras espalhadas pelas praias, que indicam as condições de uso do mar. Bandeira vermelha significa perigo e cinza, mar tranquilo.

Laila também não esquece de algumas delícias gastronômicas que degustou no México. Aprovação total para o mojito de hortelã e rum, pelo qual ela pagou US$ 14 (R$ 26), e, obviamente, la tequila. Por fim, a empresária recomenda utilizar, ainda que com algumas precauções, o ônibus circular, barato e prático meio de transporte muito comum entre os turistas que querem desvendar as belezas do balneário. “Foi a minha primeira viagem a Cancún e valeu muito a pena”, conclui.