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De pastel a frango: feira livre é tradição aos domingos na Major Nicácio em Franca

De pastel a frango: feira livre é tradição aos domingos na Major Nicácio em Franca

Bora comer um pastel na feira? Quem nunca ouviu esse chamado? Domingo é dia de feira na Major Nicácio, uma das principais avenidas da cidade.

Bora comer um pastel na feira? Quem nunca ouviu esse chamado? Domingo é dia de feira na Major Nicácio, uma das principais avenidas da cidade.

Por Hevertom Talles | 03/09/2023 | Tempo de leitura: 2 min
da Redação

Por Hevertom Talles
da Redação

03/09/2023 - Tempo de leitura: 2 min

Hevertom Talles/ GCN

O corredor da feira chega a congestionar com a inda e vinda das pessoas

Bora comer um pastel na feira? Quem nunca ouviu esse chamado aos domingos? Tradicionalmente realizada na avenida Major Nicácio, uma das principais avenidas da cidade de Francaa feira do domingo é de muito movimento.


Opções não faltam. Há barracas que comercializam legumes frescos, frutas, o caldo de cana, suco de laranja, queijos, doces, frangos caipira ou semi-caipira, peixes, pamonha, quitutes, entre tantas outras coisas.

Muito antes da chegada dos visitantes, o trabalho de preparação começa ainda pela madrugada, antes do dia clarear. 


A jovem Luiza Vitória da Silva Duet, de 17 anos, trabalha em uma barraca que vende frutas e legumes. Luiza revela que acorda às 4h da madrugada para começar os preparativos. “Já vem e prepara. Chega aqui, monta e já começa a funcionar. Eu acho que a feira livre facilita pro pessoal fazer as compras, alimentos frescos, para também andar e passear”, comenta.


Poucos metros dali, está a veterana Sueli Das Graças Lopes, de 61 anos, que está no ramo há 20 anos e tem o negócio como sua principal forma de renda. Sueli vende frangos nas feiras livres que acontecem em frente ao Cemitério da Saudade às quintas-feiras, na Estação, aos sábados, e na Major Nicácio aos domingos.


“Durante a semana trabalho em casa, preparando os frangos, limpando para serem comercializados na feira”, afirma a feirante. Sueli leva cerca de 50 frangos para serem vendidos, e o preço varia entre R$ 35 a R$ 55. Ela relata que na maioria das vezes sempre vende todos os frangos que leva.


O corredor da feira livre durante o período da manhã é um vai e vem de pessoas, e em alguns momentos chega a ter um congestionamento nas barracas de pastéis que são as “queridinhas” da feira pela grande procura.


Na manhã deste domingo, 3, a dona de casa Silvana Arantes, de 55 anos, enquanto aguardava o seu pastel ficar pronto disse: “Pastel da feira é ótimo. Teve época que eu vinha todos os domingos, aí demos uma parada. Hoje voltamos”, comenta.


Fazendo a feira da semana, o aposentado José Roberto de Oliveira, 67 anos, prefere ir à feira do que comprar em supermercado. A justificativa que ele dá é que os preços que são praticados na feira seriam "melhores" e os produtos são frescos.


“Muito importante, se você quiser comer um legume, uma comida mais fresca, é na feira. Eu venho duas vezes e compro só aqui. A gente acha ruim quando tá chovendo de manhã e precisa vir na feira, mas precisa da chuva”, brinca José.





Bora comer um pastel na feira? Quem nunca ouviu esse chamado aos domingos? Tradicionalmente realizada na avenida Major Nicácio, uma das principais avenidas da cidade de Francaa feira do domingo é de muito movimento.


Opções não faltam. Há barracas que comercializam legumes frescos, frutas, o caldo de cana, suco de laranja, queijos, doces, frangos caipira ou semi-caipira, peixes, pamonha, quitutes, entre tantas outras coisas.

Muito antes da chegada dos visitantes, o trabalho de preparação começa ainda pela madrugada, antes do dia clarear. 


A jovem Luiza Vitória da Silva Duet, de 17 anos, trabalha em uma barraca que vende frutas e legumes. Luiza revela que acorda às 4h da madrugada para começar os preparativos. “Já vem e prepara. Chega aqui, monta e já começa a funcionar. Eu acho que a feira livre facilita pro pessoal fazer as compras, alimentos frescos, para também andar e passear”, comenta.


Poucos metros dali, está a veterana Sueli Das Graças Lopes, de 61 anos, que está no ramo há 20 anos e tem o negócio como sua principal forma de renda. Sueli vende frangos nas feiras livres que acontecem em frente ao Cemitério da Saudade às quintas-feiras, na Estação, aos sábados, e na Major Nicácio aos domingos.


“Durante a semana trabalho em casa, preparando os frangos, limpando para serem comercializados na feira”, afirma a feirante. Sueli leva cerca de 50 frangos para serem vendidos, e o preço varia entre R$ 35 a R$ 55. Ela relata que na maioria das vezes sempre vende todos os frangos que leva.


O corredor da feira livre durante o período da manhã é um vai e vem de pessoas, e em alguns momentos chega a ter um congestionamento nas barracas de pastéis que são as “queridinhas” da feira pela grande procura.


Na manhã deste domingo, 3, a dona de casa Silvana Arantes, de 55 anos, enquanto aguardava o seu pastel ficar pronto disse: “Pastel da feira é ótimo. Teve época que eu vinha todos os domingos, aí demos uma parada. Hoje voltamos”, comenta.


Fazendo a feira da semana, o aposentado José Roberto de Oliveira, 67 anos, prefere ir à feira do que comprar em supermercado. A justificativa que ele dá é que os preços que são praticados na feira seriam "melhores" e os produtos são frescos.


“Muito importante, se você quiser comer um legume, uma comida mais fresca, é na feira. Eu venho duas vezes e compro só aqui. A gente acha ruim quando tá chovendo de manhã e precisa vir na feira, mas precisa da chuva”, brinca José.





Sueli das Graças Lopes: banca de frangos

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1 COMENTÁRIOS

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  • Ailton Sena Guimarães
    04/09/2023
    Infelizmente essa prática tem diminuido muito. O que vemos nas feiras livres são pessoas idosas, às vezes acompanhadas com os filhos que já são adultos. Os jovem raramente não marcam presença nesses lugares. E cada tempo que passa as pessoas adultas/idosas vão se afastando e a feira livre vai encolhendo. Os feirantes também vão envelhendo, e seus filhos dificilmente dão continuidade. Um exemplo de trabalho na feira é a Dona Geralda, que faz, pelo menos, quatro décadas dedicas à feira e tem a companhia de seus familiares. Precisamos preservar esse patrimônio francano.