Patrícia Paim
e Melissa Toledo
da Redação
Rifaina: 3 mil habitantes; Batatais: 55 mil habitantes. Apesar da diferença populacional, essas duas cidades têm muito em comum.
Ambas são conhecidas pelo forte potencial turístico e, assim como nos grandes centros, o desemprego é uma realidade vivida pelos moradores dos dois municípios. Para resolver o problema, tanto Rifaina como Batatais investiram em confecção. O negócio deu tão certo que em Rifaina hoje são 96 costureiras e a prefeitura planeja construir um galpão para abrir mais 100 vagas. Em Batatais, são 40 indústrias que juntas empregam 1,5 mil pessoas.
Em Batatais, o setor de confecção é considerado o segundo mais importante, perdendo apenas para o de metalurgia. O objetivo é melhorar ainda mais. A prefeitura pretende construir um Parque Têxtil para concentrar as 47 confecções que estão espalhadas pela cidade. As empresas poderão montar lojinhas no galpão para vender parte da produção a um preço mais em conta. A matéria é alvo de discussão na Câmara de Vereadores.
Em Batatais se produz de tudo: roupa de banho, calças jeans e ainda uniformes escolares. A maioria das empresas vende para empresas que comercializam roupas de marca. O principal destino são os shoppings da região, em especial de Ribeirão Preto.
RIFAINA
Em Rifaina, o setor de confecções também é importante para a economia. Na cidade foi montada uma cooperativa que é contratada por uma empresa de São Paulo que por sua vez trabalha para uma marca mundialmente conhecida. No galpão fabrica-se calças, camisetas e agasalhos. Toda a produção, que chega a 2 mil peças por mês, é encaminhada para a capital paulista. Assim como em Batatais, o setor tem expectativa de crescimento. O apoio vem da prefeitura que tem um projeto de construir um galpão para abrigar mais cem costureiras. As obras devem começar ainda este ano a um custo de R$ 300 mil.
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