A Prefeitura de Franca, através da Secretaria Municipal de Obras, retomará na segunda-feira os serviços de “revegetação” e colocação de drenos no Aterro das Maritacas, no Parque São Jorge (atrás da sede da empresa de ônibus Cristalense). O processo está parado em razão das chuvas dos últimos meses, o que contrariou a previsão de entrega dos trabalhos, feita para o final de fevereiro.
Desativado há cerca de um ano, após duas décadas de uso para a decomposição de lixo, o aterro sofre com o aumento das erosões que em janeiro ameaçou atingir trechos da Avenida Doutor Hélio Palermo.
Entre as obras realizadas estão a construção da rede de canalização de águas pluviais e de dreno do chorume, líquido preto resultante da concentração de lixo, além do plantio de grama em toda a área.
Durante sua última visita ao local, o prefeito Sidnei Rocha (PSDB) fez questão de dizer que a obra era emergencial, pois qualquer descuido obrigaria a destinação de mais recursos para sanar o problema. No entanto, na oportunidade, a secretária de Meio Ambiente e Serviços Municipais, Valéria Marson, afirmou que tudo dependeria das condições climáticas. O mesmo alerta é feito agora com a volta dos trabalhos. Também estão envolvidos no projeto a Amcoa, o Sindicato das Indústrias de Franca e a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). Segundo cálculos preliminares da Secretaria Municipal de Obras, as obras emergenciais devem custar em torno de R$ 150 mil.
GALERIAS
Servidores municipais retornaram nesta semana às obras de recuperação da Rua Santa Clara, no Residencial Santa Maria. No começo do mês, em razão da força das chuvas, dois tubos de galerias se romperam e abriram uma imensa valeta no local. A obra também é emergencial.
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