30 de junho de 2026
DARK HORSE

Produtora é suspeita de contratar empresa de membro do PCC

Por | da Rede Sampi
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução/Polícia Civil
A polícia investiga suspeitas de desvio de recursos públicos no contrato e apura se parte do dinheiro ajudou a financiar o filme Dark Horse.

A investigação sobre supostas irregularidades Num contrato da Prefeitura de São Paulo aponta que empresa ligada à produção do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, subcontratou uma companhia cujo sócio é apontado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo a Polícia Civil, o Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina Ferreira da Gama, sócia da produtora responsável pelo longa, recebeu R$ 108 milhões para instalar pontos de Wi-Fi em comunidades da capital e repassou R$ 12 milhões à empresa Favela Conectada. O sócio da empresa, Alex Leandro Bispo dos Santos, é citado pelo MPSP como suposto integrante da facção criminosa.

A polícia investiga suspeitas de desvio de recursos públicos no contrato e apura se parte do dinheiro ajudou a financiar o filme Dark Horse. Alex Leandro nega ligação com o PCC.

A Operação Sem Wi-Fi também investiga indícios de superfaturamento, pagamentos antecipados e descumprimento de metas no projeto de internet gratuita.

Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que o custo previsto no contrato é compatível com os valores praticados em licitações anteriores.

Com informações do Metrópoles.