A morte de uma agente da Guarda Civil Metropolitana, registrada inicialmente como suicídio, é contestada pela família, que pede a reabertura do caso e aponta suspeitas de feminicídio. Parentes alegam falhas na investigação e defendem que o namorado da vítima seja investigado como possível autor.
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O caso envolve a agente Mayara Teruya Jacinto, que morreu poucas horas antes de completar 34 anos, em São Paulo. A ocorrência foi encerrada pelas autoridades como suicídio, mas familiares afirmam que há inconsistências na apuração e cobram novas diligências.
De acordo com os relatos, a família identificou pontos que consideram contraditórios na investigação e decidiu recorrer à Justiça para que o caso seja reavaliado. A principal suspeita levantada pelos parentes recai sobre o companheiro da vítima.
Os familiares afirmam buscar esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte e pedem que novas provas sejam analisadas. O caso pode ser reaberto caso a Justiça entenda que há elementos suficientes para retomar as investigações.