OPERAÇÃO CAIXA PRETA

Mariana Conti ironiza situação de Vini: 'Toc toc da Polícia'

Por Flávio Paradella | Especial para a Sampi Campinas
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/CMC
Autora do pedido de CP comentou que ação do Ministério Público e da Polícia Civil 'acordou o vereador de extrema direita'; Vini Oliveira é alvo de operação que cumpriu mandados de busca e apreensão.
Autora do pedido de CP comentou que ação do Ministério Público e da Polícia Civil 'acordou o vereador de extrema direita'; Vini Oliveira é alvo de operação que cumpriu mandados de busca e apreensão.

A vereadora Mariana Conti (PSOL) comentou em tom irônico, nesta quarta-feira (3), a situação do vereador Vini Oliveira (Cidadania) após a operação do Ministério Público e da Polícia Civil que cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar.

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Mariana foi a autora do pedido que resultou na abertura da Comissão Processante contra Vini na Câmara Municipal de Campinas. Nas redes sociais, a parlamentar voltou a associar o caso ao setor de transporte público.

“Bom dia para quem não está enrolado com a Máfia dos Transportes. Hoje o toc toc da Polícia acordou o vereador de extrema direita Vini Oliveira, que foi flagrado recebendo malotes de empresários do transporte. Aprovamos a Comissão Processante, de minha autoria, contra o vereador. Seguiremos com as investigações, para desmascarar Vini e a Máfia dos Transportes”.


Reprodução/Instagram

A operação desta quarta-feira cumpre 11 mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao vereador. As diligências ocorrem na casa de Vini, no gabinete dele na Câmara Municipal de Campinas e também no Hospital da PUC-Campinas, onde o parlamentar está internado desde domingo, segundo a assessoria.

Também há uma ordem judicial sendo cumprida em Paulínia, na sede da Smile, empresa de transporte que integra o consórcio vencedor do leilão do transporte público de Campinas.

Foi na sede da empresa que ocorreu a reunião que deu origem à crise política envolvendo o vereador. Imagens divulgadas nos últimos dias mostram Vini no local e, depois, deixando a empresa com uma caixa preta, envelopes e outros materiais.

A investigação apura as circunstâncias do encontro e também busca informações sobre as empresas envolvidas. Segundo apuração, essas companhias já estavam no radar da Polícia Civil antes da repercussão política do caso.

A ação ocorre dois dias depois de a Câmara aprovar a abertura da Comissão Processante contra Vini. O pedido de Mariana Conti foi admitido por 29 votos favoráveis e nenhum contrário.

O requerimento tem como base as imagens gravadas em Paulínia e os questionamentos sobre a relação do vereador com representantes ligados ao setor de transporte. Vini vinha adotando discurso crítico contra empresas do sistema atual e contra a licitação de cerca de R$ 12 bilhões do transporte público de Campinas.

Comentários

1 Comentários

  • Ivan 03/06/2026
    Vocês devem ser cabo eleitoral da comunista da flotilha.