COMBATE AO MOSQUITO

Novo alerta: 23 bairros com risco elevado de dengue em Campinas

Por Flávio Paradella | Especial para a Sampi Campinas
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/PMC
Secretaria de Saúde aponta risco elevado de transmissão em diferentes regiões e anuncia reforço nas ações de combate ao mosquito.
Secretaria de Saúde aponta risco elevado de transmissão em diferentes regiões e anuncia reforço nas ações de combate ao mosquito.

A Secretaria de Saúde de Campinas divulgou nesta quinta-feira (8) o segundo Alerta Arboviroses de 2026, apontando 23 bairros com alto risco de transmissão de dengue. A partir do levantamento, o município vai intensificar as ações de controle do Aedes aegypti, mosquito também responsável pela transmissão de zika e chikungunya.

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As áreas classificadas com maior risco estão distribuídas por diversas regiões da cidade. Na região Leste, o alerta inclui Vila Miguel Vicente Cury, Vila Costa e Silva e Parque Brasília. No Noroeste, aparecem o Conjunto Habitacional Parque Floresta, Parque São Bento, Residencial Novo Mundo e Jardim Novo Maracanã.

Na região Norte, o documento cita Vila Itália, Vila Proost de Souza, Vila Teixeira, Vila Iapi, Jardim Magnólia, Jardim do Vovô e Residencial Parque Bandeirantes. Já no Sudoeste, os bairros listados são Jardim Shangai, Recanto do Sol 1 e Jardim Mercedes.

No Sul, o alerta abrange Jardim Monte Cristo, Parque Oziel, Jardim do Lago, Vila Pompéia e Cidade Jardim. Na região Sudeste, estão Jardim São Gabriel, Jardim São Vicente, Vila Formosa, Jardim Bom Sucesso, Jardim Centenário, Fundação Casa Popular e Parque Industrial.

Segundo a Secretaria de Saúde, a classificação leva em conta indicadores epidemiológicos, como incidência de casos, registros recentes de transmissão, densidade populacional e dificuldades de acesso a imóveis durante as visitas dos agentes. O alerta também se estende a bairros menores no entorno das áreas mapeadas, além daqueles que já haviam sido incluídos em edições anteriores.

Com o reforço das ações, a pasta orienta que os moradores permitam a entrada das equipes de controle e adotem medidas de prevenção dentro de casa. Dados da Secretaria Estadual de Saúde indicam que cerca de 80% dos criadouros do mosquito estão em ambientes residenciais.

Entre as recomendações estão a eliminação de recipientes que acumulam água, vedação adequada de caixas-d’água, cuidado com vasos de plantas e manutenção de ralos e vasos sanitários pouco utilizados. A orientação vale para toda a cidade, independentemente da classificação de risco do bairro.

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