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Emdec mantém ponto de ônibus em matagal e moradores do Campo Grande denunciam descaso

Emdec mantém ponto de ônibus em matagal e moradores do Campo Grande denunciam descaso

O ponto de ônibus do bairro Novo Mundo, na região do distrito do Campo Grande, não oferece o mínimo de condições para o usuário do transporte coletivo.

O ponto de ônibus do bairro Novo Mundo, na região do distrito do Campo Grande, não oferece o mínimo de condições para o usuário do transporte coletivo.

Por Thiago Rovêdo | 06/11/2023 | Tempo de leitura: 1 min
Especial para Sampi Campinas

Por Thiago Rovêdo
Especial para Sampi Campinas

06/11/2023 - Tempo de leitura: 1 min

Thiago Rovêdo/Sampi Campinas

Ponto de ônibus fica no meio do matagal

Os moradores do entorno da na Rua Terezinha Carlos Tavares precisam escolher entre esperar o ônibus na própria via ou ficar no meio de um matagal. O ponto de ônibus do bairro Novo Mundo, na região do distrito do Campo Grande, em Campinas, não oferece o mínimo de condições para o usuário do transporte coletivo.

O ponto de ônibus, antigamente, ficava em uma área pública. Mesmo sem casinha, os usuários tinham a opção de só atravessar a rua e esperar no sentido contrário com o mínimo de conforto. Mas agora o ponto foi mudado e não há mais essa opção.

"Antes a gente ficava sentado no ponto do outro lado, quando o ônibus vinha, era só atravessar a rua. Agora não tem mais essa possibilidade e temos que ficar parados na rua mesmo, o que é perigoso", afirmou o técnico de máquinas Jorge de Augusto da Silva.

O ponto de ônibus, que é identificado apenas com uma placa, fica no que restou de calçada de um terreno. O local é cercado por um alambrado e no restante todo está um matagal enorme - incluindo onde os passageiros esperam o transporte público.

"É muito ruim ter que esperar aqui, porque não há outra opção mesmo. Se chove, vamos nos molhar. Caso seja no sol, fica no calor mesmo. Acho um descaso", disse o técnico de máquinas.

Além do descaso, os moradores relatam outro incômodo. Por se tratar de uma área de mato, há animais e lama no local. "Fica aquela sensação de coceira na perna. E se chove, junta lama", disse a diarista Jussara de Souza.

Procurada, a Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) informou fará vistoria no local para analisar a possibilidade de implantação de um abrigo, do tipo “Andorinha”.

Os moradores do entorno da na Rua Terezinha Carlos Tavares precisam escolher entre esperar o ônibus na própria via ou ficar no meio de um matagal. O ponto de ônibus do bairro Novo Mundo, na região do distrito do Campo Grande, em Campinas, não oferece o mínimo de condições para o usuário do transporte coletivo.

O ponto de ônibus, antigamente, ficava em uma área pública. Mesmo sem casinha, os usuários tinham a opção de só atravessar a rua e esperar no sentido contrário com o mínimo de conforto. Mas agora o ponto foi mudado e não há mais essa opção.

"Antes a gente ficava sentado no ponto do outro lado, quando o ônibus vinha, era só atravessar a rua. Agora não tem mais essa possibilidade e temos que ficar parados na rua mesmo, o que é perigoso", afirmou o técnico de máquinas Jorge de Augusto da Silva.

O ponto de ônibus, que é identificado apenas com uma placa, fica no que restou de calçada de um terreno. O local é cercado por um alambrado e no restante todo está um matagal enorme - incluindo onde os passageiros esperam o transporte público.

"É muito ruim ter que esperar aqui, porque não há outra opção mesmo. Se chove, vamos nos molhar. Caso seja no sol, fica no calor mesmo. Acho um descaso", disse o técnico de máquinas.

Além do descaso, os moradores relatam outro incômodo. Por se tratar de uma área de mato, há animais e lama no local. "Fica aquela sensação de coceira na perna. E se chove, junta lama", disse a diarista Jussara de Souza.

Procurada, a Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) informou fará vistoria no local para analisar a possibilidade de implantação de um abrigo, do tipo “Andorinha”.

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